sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Zero waste: sem sacos de plástico para a fruta

Os sacos de plástico para as compras há muito que foram abolidos cá em casa.
O facto de terem começado a cobrar por eles foi o click para muitas famílias passarem a usar sacos reutilizáveis! Eu não fui a exceção!

Os meus preferidos são os de pano com alças longas para poder levar ao ombro.
São leves e fáceis de transportar. Ando sempre com um ou 2 na carteira.

Agora os transparentes de plástico continuavam a ser o meu calcanhar de Aquiles. Comecei por reutilizar 5 ou 6 sacos que levava bem dobrados dentro do saco de tecido, mas acontecia não voltar a colocá-los lá depois de arrumar a fruta em casa e acabava por consumir mais sacos uma vez por outra.

Agora com os meus sacos de rede, não tenho mais esse problema!




Se tiverem jeito para as costuras, podem fazer usando um tecido transparente ou em rede.
Na caixa do supermercado é fácil para identificarem a fruta e já nem sequer estranham :)

Eu encomendei à Vera na mesma altura em que vieram os pensos diários que falei aqui.
(Panos da Vera - ver aqui)


Quando saí com eles para a rua pela primeira vez fiu abordada pelas funcionárias da caixa e por outros clientes. Fazem sucesso sempre que os levo para o supermercado!
Tenho um pack com vários tamanhos para se adequar ao tamanho das frutas e à quantidade pretendida.

São tão leves que passei a andar com eles na carteira. Agora sim, já não há desculpas para continuar a usar sacos de plástico.



quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Dieta vegan: mais cara que a carnívora?

No fim de semana fui às compras em busca de novidades. Fui a uma loja que vende avulso e sem sacos de plástico. Eles já tem sacos de papel, mas levei os meus próprios frascos.

Fui carregada de frascos a tilintar pelo caminho e trouxe muitas coisinhas boas para experimentar...

Da esquerda para a direita:
bulgur, cânhamo, ananás desidratado, sementes biológicas de abóbora, chips de beterraba e curgete, milho para pipocas biológico e lentilhas biológicas.


Para quem diz que este tipo de produtos é caro, tem razão, mas apenas em parte!!!

Por exemplo os chips de beterraba e de curgete são estupidamente caros. Custam 57€ o kg! É claro que são muito leves, mas o "problema" é que o sabor (de tão delicioso que é) é diretamente proporcional ao preço, na verdade... Fiquei vidrada no sabor e na consistência! Quais batatas fritas, quais quê! :P

Mas se pensarem bem, não são de todo um produto essencial! A curgete e a beterraba por si só são baratos e com um pouco de jeito ou de vontade, podem ser feitos em casa no forno ou com um desidratador. 

Tenho um desidratador e mal posso esperar para deitar a mão a meia dúzia de beterrabas para as desidratar e ver se consigo um resultado idêntico ;)

Mas, como dizia, as frutas desidratadas, tal como o ananás que trouxe para provar são a exceção quanto ao preço.

O resto são cereais ou sementes, que por serem de origem biológica, podem custar 5 ou 6 vezes mais que os não biológicos, mas que não deixam de ser bem mais baratos que qualquer tipo de carne ou peixe.

Já agora, alguém já usou bulgur?
Alguma ideia para uma refeição usando bulgur?


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Aromatizante 100% natural

Desde que comprei o meu desidratador já experimentei de tudo um pouco. Fruta, sobretudo!

Já nem sei onde é que vi a ideia de desidratar a casca da laranja como fonte de vitamina C, mas recentemente, depois de uns dias a juntar cascas suficientes, coloquei o desidratador a trabalhar durante a noite.

O importante é cortar apenas a parte laranja porque a parte branca torna o resultado amargo! E lavar bem a casca, claro. Especialmente se estas não forem biológicas.

Despois é só pulverizar tudo na bimby.


 E armazenar num frasco bem seco e bem fechado. Eu esterilizei primeiro.


Eu tenho usado para aromatizar os meus iogurtes naturais não açucarados, ao qual gosto de acrescentar os meus cereais preferidos. É excelente! Sempre achei que sem açúcar os iogurtes ficavam difíceis de comer e com o toque da laranja já não sinto a falta do açúcar.

Já experimental colocar por cima dos gofres com mel e fica ótimo.

Ainda não experimentei, mas as próximas papas de aveia serão de laranja! :)

Esta foi uma forma que descobri de reduzir a quantidade de lixo orgânico que produzo...
Como os citrinos só podem ir para o compostor em doses moderadas, tenho tido dias em que há um saco do lixo orgânico cheio de cascas de laranja e limão, o que me andava a incomodar!

Começou por ser uma forma de resolver um problema e acabei por adorar o resultado!

Há ainda outra forma de usar as cascas que já falei aqui. Podem secá-las e usá-las como acendalhas naturais. É claro que não são eficazes como as combustíveis, mas tem a seu favor o facto de deixarem a sala a cheirar bem quando ligo o recuperador de calor :)

Pena é que o raio da chuva não dá tréguas e torna-se difícil de as secar...


terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Refeições vegan para toda a semana


Ontem, segunda-feira, tirei umas horinhas para me dedicar à preparação de várias refeições para que durante a semana esteja mais liberta para outras tarefas ou simplesmente para ter algum tempo para mim!

Não fiz compras especiais para o efeito. Simplesmente usei o que tinha no frigorífico de forma a não desperdiçar.

Tinha umas lentilhas a demolhar, um pé de couve vinda da horta e uma abóbora já a meio que precisava de ser usada. Tinha também mozzarela e 2 embalagens de cogumelos brancos com 300g cada que comprei em promoção.


Reservei uma colher de sopa de lentilhas demolhadas, para um "projeto" que, caso corra bem, partilharei dentro de dias ;)
 
Assim saíu da minha cozinha uma "bolonhesa" de lentilhas em molho de abóbora com couve coração e uma feijoada de cogumelos com couve portuguesa.

Com o tempo frio, o que me tem sabido bem comer são estas comidas confortáveis e que consolam. São comidas versáteis porque podem ser servidas como estão ou então servidas com arroz branco ou com massa.

Feijoada de cogumelos

 "Bolonhesa" de lentilhas

Enquanto as lentilhas coziam, aproveitei e fiz um refogado de tomate em dose dupla. Reservei metade dessa quantidade e continuei a fazer a feijoada de cogumelos. Do reservado, congelei em frascos o molho que tenciono usar para colocar sobre uma massa que cozo na hora ou numa salada de quinoa ou millet ou ainda para não ter de fazer outra refeição de raíz.


Fiz o mesmo com o refogado de abóbora que usei para as lentilhas e reservei em mais alguns frascos.

Ontem servi uma dose de esparguete com uma bola de mozzarela e foi o nosso jantar.


Durante a semana, posso voltar a cozer outra massa e servir com a outra embalagem de cogumelos que planeio saltear na hora com azeite e alho.

Enquanto uma das refeições cozinhava, aproveitei para lavar e descascar legumes. Usei parte deles para uma sopa de alface e nabo (à qual juntei uma colher de lentilhas já cozidas) e o resto da alface guardei no frigorífico para uma salada fria pronta a servir ou para enriquecer umas sandes para comer ao almoço como complemento à sopa.

Como as doses de lentilhas e feijoadas eram muito grandes separei cada uma delas em duas doses e congelei metade, o que quer dizer que tenho refeições prontas para as próximas semanas, quando não tiver tempo para cozinhar, já para não falar nos frascos extra de molho de tomate e abóbora.


Demorei um pouco mais de 2h30 para fazer tudo, mas interrompi para dar o lanche à miúda que entretanto chegou da escola. Com um pouco de treino conseguiria fazer tudo em menos de 2 horas, mas para primeira vez não correu mal :)

Ah, e reservei ainda um pequeno pedaço de abóbora que tenciono grelhar na chapa às fatias finas para servir de imediato numa das refeições da semana, ao mesmo tempo que grelho um peitinho de frango para a pequena! (Tenho 2 ou 3 porções de millet pronto a consumir no frigorífico).

E para terminar, deixei a marmita pronta para o próximo dia!


Se houver por aí alguma receitinha sem carne aprovada por vocês, porque não partilhá-la comigo? :) Estou com vontade de experimentar coisas novas!!!

E vocês, como é que planeiam a vossa semana?

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Zero Waste: champô sólido

É fantástico perceber que demorei dezenas de anos até perceber algo que agora vejo tão claramente...

Durante toda a minha vida comprei champô, sabonetes líquidos e gel de banho em embalagens! De plástico, pois claro, mas o plástico é outra conversa.

Dito assim não parece nada de anormal. É claro que tem de vir dentro de algum recipiente. Sim, mas a maior parte do que efetivamente vem no recipiente é de facto... ÁGUA!

Por esta ordem de ideias, tenho andado a comprar MUITA água para diluir aquilo que eu realmente preciso! Pois..., mas se eu vou lavar o meu cabelo com água, precisarei de mais água no meu champô?! Se vou lavar as mãos com água, precisarei de mais água no meu sabonete? E, se vou tomar duche com água, precisarei de mais água no meu gel de banho? Já deu para perceber o raciocínio, certo?

O mesmo é válido para os detergentes da roupa, da loiça, para limpeza de superfícies, ...

Se juntarmos ao derperdício da água, o desperdício dos plásticos em embalagens desnecessárias e o desperdício do transporte de produtos para chegarem até nós, bem pesados por ventura graças à enorme quantidade de água, sabemos conscientemente que estamos a deixar uma pegada ecológica enorme e que efetivamente em nada melhora a nossa qualidade de vida!

Foi por isso que aderi ao uso do champô sólido.

Comprei para mim o de manga e laranja para cabelos secos da Vegan Care e o marido e a filha já não querem outro!

O produto é feito artesanalmente pela Sofia Vieira, e em 2 dias estava em minha casa ;) Tem um cheirinho ótimo e lava muito bem! Faz imensa espuma e tenho ideia que vai durar muito tempo. Já o estamos a usar há um mês e permanece quase igual! Os produtos são naturais, de origem vegetal provenientes de agricultura biológica e não são testados em animais.

Para nós tem sido uma excelente opção. Guardamos dentro de uma caixinha fechada que tem um furinho em baixo, para deixar escorrer a água acumulada. Tem sido muito fácil de manusear e ótimo para aplicar no cabelo.





sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Janeiro e uma tabela de rotinas para Fevereiro

É fantástico como foi pacífico o meu mês de janeiro.
Não me lembro de ter um janeiro como este! :)
Feliz, tranquilo, longo, frio, mas cheio de paz e de momentos calmos.

Creio que para isso possa estar subjacente a alteração progressiva que tenho feito na minha alimentação.  Acho que encontrei uma causa-efeito engraçada entre a ingestão de millet e o bem-estar e a tranquilidade. Sempre que o como sinto-me relaxada, calma e com uma dose extra de paciência! Fantástico, não é?

Inicío o mês de Fevereiro com algo que tenho visto aqui e acolá e que acho que me servirá de motivação para sistematizar algumas rotinas que quero conservar.

 

Além de monitorização, creio que servirá de motivação extra para valorizar os bons hábitos.

Para a bailarina fiz algo idêntico para as tarefas que realiza cá em casa.  Tem sido uma forte motivação para ela!



No mês de janeiro, eu e o marido fizemos jejum de carne, ou seja, não cozinhamos carne nem peixe durante todo o mês. Experimentamos várias receitas novas e algumas serão para manter na rotina de refeições cá em casa.

Foi ainda o mês em que deixei de "pingar" o meu café com leite de vaca. E como não gosto de café puro, deixei de o tomar também. Janeiro foi também o mês em que aboli a manteiga do meu pequeno-almoço e como tal foi um mês de reformulações...

Experimentei manteiga de amêndoa e de caju e estou rendida.
Reduzi a quantidade de leite de vaca da bailarina e introduzi uma parte de leite de amêndoa.
Sinto que são pequenos passos na direção correta.

Janeiro foi o mês em que comecei a fazer sementeiras, essencialmente de legumes provenientes de sementes biológicas. Improvisei uma "estufa" num aquário que estava vazio há anos Ainda não sei onde as vou plantar, mas já estão a crescer :) Plantei 4 árvores de fruto novas no jardim e plantei 20 pés de morangos!



Que fevereiro seja tão bom quanto janeiro!

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Minimalismo e desapego no meu escritório

A divisão mais caótica da minha casa é sem dúvida o escritório. A excepção vai para a estante que consigo manter arrumada e onde sei onde tudo está porque há sitios específicos para cada coisa.

O meu escritório não tem uma única gaveta pelo que o desafio de manter tudo limpo e arrumado é diário.

Já vos tinha falado do meu escritório e de alguns projetos que fiz nele aqui , aqui, e aqui.

O problema do escritório é que vai lá parar um pouco de tudo desde o monte da roupa para passar a ferro, o aspirador, vassouras e mopas, os brinquedos da bailarina, ..., e como é óbvio o material de escrita, de desenho, os livros, a pasta de trabalho com tudo o que daí advém (testes, fichas de trabalho, questões de aula, canetas, lápis, esquadros, transferidores e réguas a dar com um pau...) e claro, os manuais escolares! Tanto há a dizer sobre eles...

Os pais bem se queixam que nos últimos anos não deu para reutilizar os manuais dos irmãos, primos e conhecidos e têm toda a razão em queixar-se :( Vai daí são dezenas de manuais desatualizados guardados anos a fio na esperança de serem precisos ou de serem aproveitados por alguém que lhe desse utilidade, mas sem sucesso...

Já enviei uma porrada deles para uma instituição que os iria enviar para Timor, mas depois por falta de verbas não tiveram como o fazer... Enfim! Todos os anos recebo manuais novos e o espaço não estica... Somos dois professores em casa, imaginem o cenário a dobrar!!!

Perante o cenário caótico no final do último ano letivo e de forma a destralhar de forma organizada, decidi, dividir os escritórios em 6 pontos críticos:

1. Manuais escolares

Cuidadosamente foram separados por ano de escolaridade e por disciplina e colocados em estantes diferentes para facilitar o acesso aos mesmos. 
Os que estavam desatualizados foram para a garagem até serem entregues para a reciclagem.
O mundo dos manuais escolares vem também recheado de cd e caixas de cds. Fiquei com uma pilha de cds e outra de caixas vazias. Se tiverem ideias como os reutilizar ou a quem entregar seria fantástico. 
As caixas gosto de ter algumas porque gosto de oferecer filmes de vídeo caseiros e fotos à família, mas os cd não me servem para nada e pelo que sei não dão para reciclar.

2. Material de escrita

Eu não tinha um porta-canetas, eu tinha uns 3 ou 4 e repletos ao ponto de tirar uma caneta e cairem 4 cá para fora!!! 

O primeiro passo foi depejar tudo no tapete da sala e descobrir quais as canetas/esferográficas que ainda escreviam. As que não escreviam foram imediatamente para o lixo. Deitei fora umas 40!
As outras foram selecionadas para que ficasse com umas quantas em preto e outras quantas em azul que coloquei no porta-canetas em cima da secretária.

As restantes canetas e esferográficas, juntei-as aos marcadores/sublinhadores e levei-as comigo para a escola e estou ainda a usá-las como recompensa pelo bom trabalho dos meus alunos. As mais bonitas e especiais uso para esse efeito. As mais banais servem como "banco" de material para quem se esquece do material ou para quem estragou.
Resolvi, mais tarde, deixar um pack de canetas, lápis, borrachas, afias, réguas e transferidores em cada sala de aula, para que todos os alunos possam usufruir deles. Quem é que nunca se esqueceu esporadicamente do estojo em casa??

Além do porta-canetas, adoptei um porta-lápis para os lápis de carvão e um porta-lápis-de-cor. Todos os lápis foram estrategicamente colocados para serem de fácil acesso para mim e para a miúda que anda sempre com os lápis de cor pela casa.

3. Material de desenho/outros

O material de desenho vai desde cartolinas, réguas, esquadros, compassos, tintas, pinceis, agrafadores especiais, agrafos, clipes, envelopes, pioneses, etc.
Consegui compactar tudo em 4 caixas que eu própria forrei (falei delas aqui). Para saber onde tenho tudo, foi necessário etiquetar cada caixa e agora não tenho de abrir todas para encontrar o que preciso.

4. Folhas de rascunho

Cá em casa sempre se escreveu em folhas de rascunho, ou seja, aproveita-se sempre os dois lados da folha. Cheguei a ter o equivalente e 2 resmas de papel em folhas de rascunho. Desfiz-me de mais de metade e coloquei num arquivador do género do da imagem. Se não cabem lá é porque não preciso mesmo delas.
 

Na segunda "gaveta" coloquei as micas e na última capas de elástico para transportar um conjunto de documentos, quando necessário.

5. Cadernos e blocos de folha
Os cadernos e blocos que fui encontrando, separei por tamanhos e por estado. Os novos foram guardados para quando a bailarina for para escola e os já usados foram para o lixo. Guardei algumas folhas que estavam por escrever e cortei em quadrados para escrever recados ou a lista do supermercado.
Os post-its também tenho distribuído pelos miúdos na escola para marcarem os trabalhos de casa ou a página em que estamos a trabalhar.

6. Estante
A estante resume-se a livros, revistas, dossiers e pequenos apontamentos decorativos.
Os livros foram organizados por coleções, as revistas mantive apenas as coleções que queria e vi-me livre de dezenas delas. Os dossiers foram todos esvaziados e guardados vazios até decidir o que fazer com eles. Os dossiers eram quase exclusivamente da faculdade e ocupavam a prateleira de baixo de parede a parede. Em mais de 10 anos lembro-me de os ter consultado apenas 2 vezes. Ambas as vezes com pouco sucesso... Livrei-me de 95% das papeladas e guardei apenas trabalhos pontuais que quis guardar por recordação ou por achar que poderia eventualmente ter interesse no futuro.
E tu, quantas vezes foste voltar a ver os dossiers da faculdade?


Outro truque que uso é manter em cima da mesa o material que é recorrentemente necessário, como o agrafador e o furador. Tenho ainda uma caixa com tampa onde guardo as borrachas, afias e agrafos e clipes que estão a uso. De resto, se não deixar acumular a roupa para passar a ferro, a secretária mantém-se livre.



quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Documentários a não perder #3

Este é um documentário relativamente curto (não chega a uma hora de duração), mas foca-se essencialmente no poder da nutrição na cura da doença. Destaca-se de todos os outros documentários que vi sobre o assunto, porque foi o primeiro em que pôs em relevo a importância da suplementação, tendo mostrado casos de doentes que foram submetidos a experimentações de suplementação de vitaminas em doses excessivas com sucesso.

A mim chamou-me a atenção da necessidade/ importância da alimentação em cru, ou seja, na ingestão de alimentos não cozinhados. Idealmente deveríamos comer 51% de alimentos crus para 49% de alimentos cozinhados.

Faz ainda uma leve referência aos superalimentos.



Vê também...

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