terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Documentários a não perder #1


Nos últimos meses tenho dedicado parte do meu tempo livre a aprender mais sobre alimentação. Dos vários documentários ou séries documentais que vi, muitos deles incidiram sobre o tema da alimentação intimamente relacionada com a sustentabilidade do planeta.

Para quem tem algum interesse no tema, recomendo a ver alguns dos documentários que vi. É de salientar que nem tudo o que vemos pode ser fielmente tido como verdadeiro e infalível, cabendo a nós discernir sobre o que é efetivamente importante reter de cada um deles e verificar o que cada um de nós poderá fazer para melhorar a sua qualidade de vida, contribuindo em simultâneo para um planeta mais verde e sustentável.

 Fat, Sick and Nearly Dead

Joe Cross é um australiano com excesso de peso, que se alimenta com excesso de alimentos processados e tem problemas de saúde. Com uma mudança radical de comportamentos alimentares (radical, mesmo!) melhora a sua qualidade de vida e livra-se de medicação que tomara durante anos como doente crónico que é/ era.

Opinião pessoal - Não acho que uma alimentação à base de sumos de origem vegetal seja saudável, que não é, mas é um alerta poderoso para a capacidade do corpo regenerar e auto-corrigir-se quando os oligo-nutrientes são ingeridos.

Depois de ter visto os documentários (Fat, Sick and Nearly Dead 1 e Fat, Sick and Nearly Dead 2), durante um mês, substituí uma refeição por um sumo de frutas/legumes. Houve dias em que foi o pequeno-almoço, outros que foi o almoço, o lanche ou o jantar, mas foram sempre sumos com fruta e /ou legumes crus.

Consegui perceber de uma forma muito visível a quantidade enorme de legumes que conseguia "comer" quando eles estavam sob a forma líquida! De facto, nesse mês, eu e o marido, ingerimos mais legumes do que em qualquer outro mês, com um ganho acrescido de oligonutrientes que estão disponíveis em alimentos de origem vegetal na sua forma não cozinhada.

Durante esse mês senti-me muito bem, muito hidratada (ao contrário do habitual) e apesar da "falta" das fibras dos legumes e frutas o intestino andou a funcionar lindamente! O meu marido até teve alguns episódios de diarreias, que são habituais e retratados no documentário. 

É claro que no resto do dia tinha uma alimentação sólida e rica em fibra e ainda com alimentos cozinhados.

Percebi também que tinha uma ideia completamente errada sobre o sabor dos sumos, porque a maioria deles era muito agradável ao paladar. 

Para quem quer experimentar, aconselho a começar por legumes mais insípidos, misturados com alguma fruta e sempre que possível que tenham cores diferentes para abarcar o maior número de nutrientes possível. Outra ideia é aromatizar com ervas aromáticas, como a hortelã pimenta, o gengibre ou a canela que para além do mais estimula o metabolismo.

Se estiverem interessados em ver o documentário, sigam o link aqui.

 

3 comentários:

Dear Daisy disse...

Obrigada pela partilha.
Saudades tuas!
Beijinhos

Susana disse...

Olá Sara, apenas uma nota, o Joe Cross é Australiano :) No documentário decidiu deixar a Austrália para se afastar da sua rotina e decidiu fazer o fasting nos US.

Sara disse...

Susana, obrigada pela dica ;) Claro que é australiano! Com aquele sotaque tão acentuado... eheheh
Vou retificar a informação dada ;)

Dear Daisy, beijinhos grandes para ti! É bom saber que continuas por aí! :D

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