quarta-feira, 27 de abril de 2016

#youzzlipikar - a minha experiência


Há alguns anos para cá, a minha pele sempre saudável até então, sofreu algumas alterações. Ficou mais seca e propensa a algumas reações, nomeadamente uma urticária ligeira a moderada conforme as ocasiões, piorando com as mudanças de temperatura e o stress.
Descobri que tinha dermografismo e desde então comecei a ter mais atenção aos cremes e até champôs que usava, porque comecei a ficar com o couro cabeludo vermelho e inchado, alargando-se progressivamente ao resto do corpo...
Mudei de champô, de gel de banho e de creme de corpo, passando a usar cremes sem perfume e gel de banho sem parabenos, mas de vez em quando ainda sinto comichão e vermelhidão. Nada a fazer a não ser ir controlando os sintomas.



A gama LIPIKAR da La Roche Posay foi experimentada com muita expectativa e não desiludiu! Pelo contrário...Experimentei eu e experimentou a filhota agora com 4 anos e que não tem qualquer problema de pele.

Comecei por experimentar o creme LIPIKAR BAUME AP+, que é um bálsamo reparador especialmente concebido para a pele com tendência atópica, muito seca, com desconfortos cutâneos e sujeita a prurido, provocado pelo acto de coçar. 

Não deixei de ter comichão, nem deixei de ficar com a pele empolada onde me cocei, mas senti que a pele se manteve hidratada por mais tempo, livrando-me daquele desconforto caracterísco após algumas horas da hidratação corporal. No entanto, o que mais me surpreendeu foi a capacidade hidratante do creme em si, sem ficar toda pegajosa e a colar, como aquela sensação que ninguém gosta num creme "gordo".
O creme, sem perfume, tem uma textura densa, mas fluída o suficiente para ter uma aplicação agradável e não gordurosa. Perfeito!!!

Quanto ao LIPIKAR ÓLEO LAVANTE, temo-lo usado de duas formas diferentes.


Eu uso essencialmente após o duche. É perfeito para o dia-a-dia, pois coloca-se no final do banho com o corpo ainda molhado. Enquanto consumidora assídua de óleos, gosto particularmente deste pela facilidade com que se espalha uniformemente pelo corpo e pela sensação prolongada de conforto ao longo do dia.

Na minha filha também o uso desta forma quando toma duche e temos mais pressa  não dá para colocar o creme, mas é mais habitual que ela tome banho de imersão. Aí misturo uma tampinha ou duas na água da banheira e lavo-a como habitualmente. 


Era assim que costumava fazer quando ela era recém-nascida, mas aos poucos deixei de ter esse cuidado. O óleo protege a barreira cutânea e previne a desidratação provocada pelo gel de banho e champô. No final aplico o creme LIPIKAR BAUME AP+ e ficamos as duas com pele de bebé.

Gostei muito de participar na campanha da La Roche Posay com a grama LIPIKAR e tenciono continuar a usar já que estou encantada com os resultados que vejo na nossa pele.

Sinceramente pensei que ia fazer-me falta o cheirinho do creme, dada a falta de perfume na sua fórmula, mas até isso me impressionou. Espantosamente a minha filha ainda cheira a bebé e não há melhor perfume que esse, sem máscaras nem camuflagens!!! :)

terça-feira, 26 de abril de 2016

Balanço - primavera

Tenho andado com vontade de rabiscar aqui e ali. Coisas soltas. Palavras ou frases que soam bem. Vontades e desvontades. Rabiscar ou escrevinhar sobre tudo e sobre nada. Uma espécie de diário sem regras e sem dever. Gosto de o levar comigo quando vou ler o meu livro ou as minhas revistas ou blogs; quando vou sair vai comigo para o caso de me apetecer apontar qualquer coisa.

Inspirei-me aqui e saiu qualquer coisa como isto, para fazer o balanço do primeiro terço do ano...
Comecei a completar há uns dias e hoje termino.

A fazer limpezas (literais e mentais)
A cozinhar massas frescas.
A beber água com limão.
A ler "As gémeas do Gelo", dica da Dina.
A querer caminhar mais.
A ansiar sol e calor.
A tocar Ray Charles na playlist.
A brincar às cabeleireiras com ela.
A decidir o que levar para Milão. [agora que já voltei, estou a decidir a próxima viagem]
A desejar (só) mais um abraço.
A apreciar a cumplicidade pai-filha.
A esperar o fim da hibernação do Sonic [já acordou!!! ontem já o fui cumprimentar ao jardim]
A gostar de costurar.
A sonhar com as próximas mini-férias.
A adorar ver a complexificação dos diálogos com ela.
A reflectir sobre o que é realmente importante.
A considerar uma ida ao jardim zoológico.
A ver Anatomia de Grey (season 12)
A pensar como comemorar o nosso aniversário (já lá vai e foi ótimo).
A maravilhar-me com gravidezes alheias.
A precisar de acordar mais cedo.
A questionar um corte de cabelo radical.
A cheirar o cabelo dela.
A usar saias.
A seguir o crescimento do novo pessegueiro.
A reparar na azáfama das andorinhas no cimo da janela do meu quarto.
A saber ... esperar.
A admirar os meus morangueiros.
A organizar todas as roupinhas pequeninas que deixaram de servir.
A comprar roupas maiores.
A preparar um chá quentinho para rematar o final da noite.
A marcar um encontro com as amigas.
A não gostar de ver o noticiários.
A abrir um vinho só para dois, só porque sim.
A gargalhar pouco, mas a sorrir muito.
A sentir vontade de viver!
A cobiçar mais árvores de fruto para o jardim.
A petiscar bolachas, sempre as bolachas...
A ajudar a bailarina a ser mais autónoma. [até para serem autónomos precisam de ajuda].
A ouvir o meu coração.


Será que inspirei alguém a fazer o mesmo? 


sábado, 23 de abril de 2016

A cama da bailarina

Estava prometido um post sobre a cama nova da bailarina, mas com as chuvas incessantes tive pouca vontade de andar a fotografar... O fim da tarde de hoje com a vista do pôr-do-sol à janela foi o dia escolhido para vos mostrar o resultado final. Bem... final não será, mas já explico.


 Quando nos mudamos para o Algarve, a bailarina começou a dormir numa cama de solteiro, mas quando vinhamos cá ao norte ainda dormia na cama de grades. No Verão, já com 3 anos feitos, decidimos que seria melhor passá-la para uma cama maior, ainda que se sentisse confortável a dormir na cama de grades.


 Durante umas semanas dormiu na cama de solteiro que temos no quarto de hóspedes. Essa é a minha cama de solteira, tem valor sentimental e os planos seriam pintá-la de branco para ficar de acordo com os outros móveis do quarto, mas depois mudei de ideia e quis colocar antes uma cama de casal porque tive sempre medo que ela caísse...

Foi, então, quando veio cá ter uma cama de casal nova, branca e enorme. Tão enorme que o colchão era fora de medidas e o quarto pequeno ficou atafulhado até à porta. Pouco espaço ficava para circular e não, não era nada disso que tinha em mente...

A tal cama enorme ficou para os meus pais e ficamos novamente sem cama para a bailarina...


Foi quando eu me lembrei de procurar uma cama antiga para restaurar. Já o fizera várias vezes, mas nunca conseguira convencer o marido a investir em móveis antigos. Desta vez fui muito, muito insistente e lá acabou por me fazer a vontade.

Encontrei no OLX uma cama pretendente na minha zona de residência, mas precisava de muito trabalho. Vinha com uma camada enorme de cera que escondia a madeira em mau estado. Uma das traves laterais vinha rachada e com uma emenda mal amanhada, mas assim mesmo continuei enamorada pela cama, pela ideia do percurso que seria feito pelas nossas mãos e perspectivava o resultado final!


A pressa de terminar  projeto e a vontade de ver a cama no lugar, levaram-me adiar alguns pormenores que quero ainda ver completos neste verão. Tenciono mandar fazer umas laterais novas, para colocar umas ferragens que proporcionem mais estabilidade à cama. Assim acabaremos com o "chiar" característico de uma cama antiga. E quem sabe ainda faça um estofo para a cabeceira e para a peseira que continua com algumas imperfeições, uma vez que são em contraplacado folheado. A ideia inicial era essa, mas acabamos por gostar de a ver assim, pelo menos durante algum tempo...


 O pormenor que para nós fez a diferença nesta cama, são as medidas que ela tinha. É uma cama de casal, mas com as medidas antigas, o que a torna apenas um pouco mais larga que uma cama de solteiro, perfeita para uma menina e futura adolescente.

A mesinha de cabeceira, também antiga, mas de outro conjunto, foi igualmente restaurada e não destoou no quartinho.


 O roupeiro é de uma linha mais moderna, mas pintado de branco veio dar a arrumação necessária para uma menina já crescida. O roupeiro pequenino já não estava a conseguir cumprir o seu dever.


 O roupeiro, na altura feito à medida para o quarto que partilhei com a minha irmã, veio da arrecadação escura para a minha garagem onde foi remendado, lixado e pintado. 

Desta vez, eu e o meu marido deixámo-nos de frescuras e compramos uma máquina de pintar da Bosh que se viria a revelar o objeto perfeito para este tipo de projetos. Tivéssemos nós feito isso antes e teríamos poupado imensas horas e os resultados são surpreendentemente melhores que com rolos e pincéis.

E com móveis antigos e cheios de estórias para contar, como tanto gosto, consegui um quarto de menina crescida para a bailarina.

Se quiserem espreitar, falei aqui do roupeiro pequenino que restaurei na altura do nascimento da bailarina.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Nova campanha #youzzlipikar

Fui selecionada para mais uma campanha da #youzz, desta vez para testar a gama Lipikar!!!

Recebi um kit para partilhar com a minha filha, que contém uma embalagem de lipikar óleo lavante e uma embalagem de lipikar Baume AP+.

Para já a primeira impressão é ótima, mas quero fazer um uso mais prolongado para depois dar a minha opinião mais detalhada!

Vê também...

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