domingo, 30 de dezembro de 2012

Coisas de mãe (muito babada)

Com nove meses, a filhota só pode ser a menina mais bonita e inteligente de todo o mundo... hehehehehe

A cada dia há novas conquistas, novas experiências e aprende tudo o que quer num ápice!

Cá fica um conjunto de coisas soltas que já vai fazendo...

  1. Acena adeus,
  2. Atira beijinhos
  3. Repete mamã, papá, ai ai, e às vezes bebé,
  4. Identifica muito bem alguns brinquedos, como o Bu, a Barriguita e a Ursinha
  5. Procura o pai quando lhe perguntamos onde está.
  6. Faz o mesmo com a mãe, mas com mais dificuldade :S
  7. Faz chichi e cocó no pote desde os 4 meses. Agora usa a sanita com o adaptador
  8. Já não faz cocó na fralda
  9. Tosse e dá gargalhadas quando nos ouve a fazê-lo (parece um macaquinho de imitação)
  10. Olha para o teto quando lhe perguntamos onde está a luz.
  11. Dá o pé quando lho pedimos para fazer cócegas
  12. Assim que vê algo que gosta ou que é novo para ela, solta imediatamente um ahhhhhh como que deslumbrada com o que acaba de ver
  13. Come pêra à dentada (mas demora infinito tempo a mastigar)
  14. Adora lavar os dentes e abre a boca logo que vê a escova
  15. Adora a música do gagnam style e a xana toc toc e dança abanando pernas e braços em simultâneo
  16. Hoje aprendeu a abanar a cabeça como que a dizer não e fá-lo quando lho pedimos 
  17. Sempre que chora inunda a carita de lágrimas 
  18. Não pode ver um espelho ou o seu reflexo que sorri abertamente e faz o mesmo quando lhe apontam a máquina fotográfica. Fica a sorrir em todas as fotos! lol

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Há nove meses

Há noves meses, mais ou menos por esta hora estava eu cheia de vontade de ir para a cama cedo! Coisa rara em mim, mas uma noite sem dormir seria o suficiente e precisava desesperadamente de descansar.

De pijama e com olheiras gigantes deito-me na super gigante almofada em que dormia fazia uns meses. Deito-me quase sentada [só assim conseguia respirar tal era o peso dela sobre o meu rico diafragma].

Com a mão do marido no barrigão, sorrio com os olhos fechados perante o cenário perfeito. Mas ela também quis interagir e participar... Naquele momento sinto um pontapé valente na barriga. Tão forte que me encolho toda como que me a tentar proteger de uma agressão exterior. Até aí, nada de anormal, já que sempre foi uma mexerica de primeira... o estranho foi o som que se ouviu em simultâneo!!! Poc! Mas um POC bem sonoro!

Primeiro fico quieta como que incrédula e depois dou uma gargalhada sonora que pára de repente!

Surge então a pergunta:

- O que foi?

Já não me recordo o que respondi ao certo, mas foi qualquer coisa como "Não acredito que não vou poder dormir! Dava tudo para dormir umas horinhas."

Ele com o ar mais confuso de sempre sacode levemente a cabeça como que a pedir um esclarecimento.

O barulho que ambos ouvimos foi o saco amniótico que se rompeu e que depois da minha intercortada gargalhada deixa imediatamente uma poça na cama onde descansávamos.

Foi nessa altura que recordei o sonho que tinha tido na última noite que dormi... A nossa filha nasceria dia 28 contra a minha vontade. E não foi só no sonho que tal aconteceria...

A última foto da barriguinha :)


terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Ao abandono...

Ao abandono é como tem estado a espelunca deste meu cantigo de desabafos...

A desculpa até poderia ser a falta de tempo (e até é!), poderia ser a falta de inspiração (também é), mas mais do que tudo preguiça, falta de vontade de partilhar as coisas mais banais que me passam pela cabeça...

E em boa verdade, isto faz-me falta! Faz mesmo! Tenho de me empenhar na "escrita" que depois tudo volta a rolar, sem esforço, sem drama, sem desculpas...




sábado, 1 de dezembro de 2012

Quando é preciso dar um empurrão à cegonha

 O texto é longo, mas vale mesmo a pena ler!

Em Portugal existem cerca de 500 mil casais inférteis. O PÚBLICO conta a história de três deles.

O jogo da agulha dizia que Ana Sofia Caniço, 34 anos, iria ter quatro rapazes e duas raparigas. Ana ria-se. Imaginava-se a ser mãe desde que se lembra de brincar com bonecas.
Mas seis filhos estava claramente acima do que alguma vez poderia imaginar. Foi um ano depois de estar casada, ainda com 26 anos, que começou a tentar engravidar. Passados oito anos está grávida de 23 semanas de um segundo filho, que na prática é um oitavo. Ana tem um problema de infertilidade e já passou por vários abortos. Hoje tem cá a Mariana com dois anos e meio e o Rodrigo parece estar a portar-se bem na barriga. Mas diz que ainda lhe parece tudo “um bocadinho irreal”. “Cheguei a questionar se algum dia teria um filho nos braços.” Agora tem. Mas isso não apaga a doença que já lhe levou seis bebés. Não impede esta psicóloga educacional de se lembrar da idade que teria cada filho, em que mês deveriam ter nascido, o que estariam agora a fazer na escola.
Não há números oficiais, mas as estimativas da Sociedade Portuguesa de Medicina da Reprodução apontam para que existam em Portugal cerca de 500 mil potenciais casais inférteis, ou seja, perto de 9%. Um número que se tem vindo a agravar nas últimas décadas, também devido ao adiar da maternidade. “Considera-se que estamos perante um problema de infertilidade quando não há uma gravidez ao final de 12 meses de tentativas numa vida de relações sexuais regulares e sem contraceptivos”, resume Carlos Calhaz Jorge, responsável pela Unidade de Medicina de Reprodução do Centro Hospitalar Lisboa Norte – Hospital de Santa Maria e também membro da Sociedade Portuguesa de Medicina da Reprodução.
Contudo, apesar de haver um número cada vez maior de pessoas a precisar de dar um empurrão à chegada da cegonha, o último relatório do Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida, divulgado em Setembro, indica que em 2010 cerca de 2,2% dos nascimentos em Portugal resultaram de técnicas de procriação medicamente assistida – quando a média europeia ultrapassa os 3% e nos países nórdicos chega aos 5%. Mesmo assim, os dados representam um aumento de 35,5% de recém-nascidos, comparativamente aos resultados de 2009, o que se deve a uma melhor recolha de números, mas também ao aumento da capacidade de resposta dos centros públicos e às taxas de sucesso, refere o relatório.
Mariana tem um quarto em tons de verde e rosa
Contabilizando só as técnicas mais complexas, foram quase dois mil bebés a nascer com a ajuda da medicina e da ciência. Quanto a listas de espera, no final de 2011 no Serviço Nacional de Saúde estavam 1800 casais à espera de um tratamento, de um total de três tentativas de que dispõem até aos 40 anos para poderem ter um filho.
O quarto de Mariana, decorado ao pormenor em tons de verde e rosa, com treliças nas paredes e uma árvore pintada repleta de flores e borboletas mostra o quanto Ana Caniço e o marido desejavam ter um filho. Tudo combina. Em todos os recantos há pormenores que não deixam dúvidas de que aqui dorme uma menina. Nas mesas e prateleiras estão molduras que mostram o casal com Mariana e está também exposto o teste de gravidez. E no topo de um armário há até um molde em gesso da redonda barriga de Ana pouco antes do parto.
Ana Caniço começou cedo a tentar ser mãe, mas rapidamente se deparou com um problema: quase não consegue ovular naturalmente e, por isso, a sua capacidade de engravidar sem apoio é muito reduzida. Tem também abortos espontâneos sucessivos que ainda não se conseguiram explicar. Decidiu por isso, e por ter apoio familiar, fazer os tratamentos no sector privado, para se deparar menos com a angústia da espera.
Em geral, segundo explica Alberto Barros, um dos médicos pioneiros da área no Hospital de São João, agora professor catedrático de Genética da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e director de um dos principais centros privados de tratamentos de procriação medicamente assistida, a causa da infertilidade distribui-se da mesma forma entre os membros do casal, sendo que no caso da mulher a dificuldade de engravidar acentua-se a partir dos 30 anos, existindo uma queda drástica depois dos 35. Há também 10% dos casos em que a causa da infertilidade permanece por explicar.
“A mulher tem duas idades, a cronológica e a procriativa, que tem uma nota de 'muito bom' até aos 30 anos, 'bom grande' até aos 32, 'bom pequeno' aos 33, 34 e aos 35, 36 um 'suficiente mais'. A qualidade dos ovócitos, nomeadamente o conteúdo genético, tem muito a ver com a idade da mulher e isso não acontece tanto com o homem. Como diz o povo, 'homem velho com mulher nova, filhos até à cova'”, diz Alberto Barros, que lembra que “a gravidez não acontece como quem carrega num interruptor”. E aconselha os casais a não adiarem demasiado a decisão de ter filhos para se existir um problema haver tempo para o resolver, já que entre medicamentos, cirurgias, inseminação artificial e recolha de células ou procura de um dador para fecundação em laboratório, várias são as alternativas a considerar.
Ana começou a tentar engravidar em Maio de 2004 e em Novembro desse mesmo ano detectou-se que tem ovários poliquísticos. Foi apenas em Maio de 2005 que pôde avançar para tratamentos à base de hormonas que induzem a ovulação e, após três meses sem sucesso, em Agosto teve o seu primeiro positivo. Comprou uma chucha e planeou ao pormenor a forma como deu a novidade ao marido. “Estávamos grávidos e não podíamos estar mais felizes”. A felicidade parou às dez semanas. A gravidez não evoluiu.
Em Janeiro de 2006 conseguiu uma nova gravidez, mas que também não passou das sete semanas. “A nós não nos conforta saber que é muito comum haver abortos ou aquela questão do senso comum de que somos capazes de engravidar. Sei que consigo mas não sei se consigo levar avante a gravidez. E o ser nova não interessa nada, pois uma pessoa que fique viúva também pode casar outra vez. Aquele bebé era o nosso bebé e as pessoas falam como se os bebés fossem um bocadinho descartáveis.” Para Ana não são. Continua a guardar ecografias e tudo o que está relacionado com as gravidezes que perdeu.
Ana ficou grávida de três bebés
Ana começou a esmorecer, mas sempre que tinha luz verde do médico voltava a tentar. Em Outubro fez mais tratamentos, desta vez com injecções de estimulação, sem sucesso. Em Março de 2007 os tratamentos, sempre controlados com ecografia, deram lugar a dois ovócitos. Ana conseguiu engravidar e na primeira ecografia teve uma surpresa: afinal estava grávida de três bebés. Apesar de saberem que as gravidezes gemelares têm mais riscos, não estavam preparados para o que viria a seguir. Às 18 semanas entrou em trabalho de parto. Fizeram uma cesariana e tiraram um dos bebés, para poderem salvar os outros. Só que Ana teve várias complicações, corria risco de vida e estava na iminência de perder o útero. Pouco mais de uma semana depois os médicos decidiram fazer-lhe nova cesariana para fazer um aborto medicamente assistido.
“A sensação é de um vazio enorme emocionalmente e em termos físicos”, diz, recordando que nos quartos ao lado estavam mães com os seus bebés ao colo e famílias felizes. Ana teve subida do leite, mas não restou nenhum dos três filhos rapazes para amamentar. E o pior foi ter sido obrigada a parar as tentativas durante ano e meio. Chegou a pensar adoptar, mas recorda que “a adopção é outro processo de espera e de angústia”. Terminada a pausa seguiram-se mais estimulações e duas tentativas com um tratamento mais avançado em laboratório tal como a fecundação in vitro: a microinjecção intracitoplasmática (ICSI), que consiste em injectar um único espermatozóide nos ovócitos que são retirados à mulher por via vaginal e em implantar depois os embriões. Numa delas houve gravidez, com um novo aborto. Só no final do Verão de 2009 veio o positivo de Mariana que acabou por nascer a 11 de Abril de 2010 com 2985 quilogramas, depois de uma gravidez controlada quase semanalmente para Ana poder “respirar”.
São casos de sucesso e de persistência como o de Ana que animam Margarida Pires, de 33 anos, a superar os efeitos dos tratamentos. Sempre disse que queria ser mãe muito nova. Talvez aos 18 anos. Mas a vida demorou mais a assentar e acabou por achar mais prudente terminar primeiro a licenciatura em Psicologia. Só depois de casar pensou avançar com os planos. “Para nós era um dado adquirido que quando quiséssemos íamos engravidar”. A natureza trocou as voltas de Margarida e do marido, que há quase quatro anos tentam aumentar a família.
Depois de mais de um ano na expectativa de que a menstruação não viesse Margarida decidiu pedir ajuda médica e na altura valeu-se dos vários contactos que tinha. Os primeiros exames indicavam que estava tudo bem. “Cada vez que se muda de médico é um batalhão de exames e acabamos por perder muito tempo nestes processos. É desgastante”, explica. Foi com o resultado de um espermograma do seu marido que veio a explicação. O problema estava no comportamento dos espermatozóides de Manuel que não se moviam como deviam. A solução passava também por uma ICSI, muito utilizada em casos de infertilidade masculina.
O preço de ter um filho
Mas quando tudo parecia encaminhado Margarida esbarrou no preço pedido por este tipo de tratamentos no sector privado, não cobertos em geral pelos seguros de saúde. Uma única tentativa ficaria em cerca de 3500 a 4000 euros, valor ao qual ainda é necessário juntar alguns medicamentos. Valores que Ana também sabe de cor: só desde a gravidez gemelar gastou mais de dez mil euros, sem contar com deslocações e medicamentos. Ana e Margarida são unânimes e assumem que a sociedade prepara os casais para a quase obrigatoriedade de terem filhos mas que o lado dos eventuais problemas fica sempre de fora, sendo que se fala na factura que um filho acarreta mas ninguém diz que há muitos que nascem apenas após um grande investimento financeiro. As consultas, medicamentos e exames podem ultrapassar as largas centenas de euros e mesmo um dos tratamentos mais simples, a inseminação intra-uterina, anda na casa dos 500 euros. Já a fertilização in vitro é mais barata do que a ICSI, mas mesmo assim não costuma ficar em menos de 2500 euros.
Margarida decidiu inscrever-se na lista de espera para um hospital público. Teve a primeira consulta no Hospital Garcia de Orta em Março de 2012 e fez o primeiro tratamento em Maio, sem qualquer sucesso. A percentagem de sucesso dos tratamentos está entre os 30 e os 40%. Carlos Calhaz Jorge sublinha que “as variáveis envolvidas são enormes e que falta saber mais coisas sobre a natureza”, já que continuamos a depender da qualidade das células e que é aí que é preciso trabalhar mais.

“Tem havido algumas melhorias na individualização dos métodos de estimular os ovários e nos meios de cultura laboratorial, mas ainda falta avançar muito, mesmo nos instrumentos utilizados em laboratórios”, refere, mas recorda que mesmo num casal sem problemas a probabilidade de haver uma gravidez em cada ciclo é de 20%, pelo que a taxa de sucesso da procriação medicamente assistida está até em níveis acima e tem-se, também, conseguido trabalhar na qualidade, para reduzir por exemplo o número de gravidezes gemelares, que acarretam sempre mais riscos. “Quanto mais conheço mais questiono como é que há tanta gravidez. É preciso que haja tanta coisa bem para que uma gravidez ocorra que a surpresa está mais no âmbito da facilidade do que da dificuldade”, acrescenta Alberto Barros.
A próxima tentativa de Margarida será só em 2013, ainda sem data marcada, e será a penúltima. O Serviço Nacional de Saúde comparticipa até três tratamentos, mas com o limite de um por ano. Uma imposição que desagrada tanto a Carlos Calhaz Jorge como a Alberto Barros. Mais do que o problema de só se comparticiparem três tratamentos, os especialistas criticam a imposição de só poder ser um por ano. “Isso retira a capacidade de gestão clínica, nomeadamente quando os casais se aproximam mais do limite etário que foi definido”, diz Calhaz Jorge. No sistema público as mulheres devem ter menos de 40 anos para poderem ser submetidas a tratamentos.
E não se prevê que as coisas venham a mudar num curto espaço de tempo. O presidente do Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida, organismo que regula os centros prestadores destes tratamentos, explica que têm sobretudo “dado continuidade e não procurado fazer grandes transformações” à legislação em Portugal. A comissão tem, por isso, apostado em “permitir que o avanço da ciência possa ser aplicado” no país e que a qualidade dos tratamentos disponibilizados seja garantida, independentemente da instituição onde os casais se dirigem.
Muito sofrimento para quem vive o processo
O juiz Eurico Reis recorda que infertilidade é um conceito mundialmente aceite e que está inclusive definido pela Organização Mundial de Saúde, pelo que qualquer decisão relacionada com o tema “deve evitar superficialidades e reconhecer que há muito sofrimento” para quem vive o processo. O responsável reconhece a existência de algumas assimetrias a nível nacional, nomeadamente a maior dificuldade de acesso a tratamentos em Lisboa, Alentejo e Algarve. Porém, perante a actual crise económica e financeira, o especialista teme um “retrocesso” na situação do país e que “os constrangimentos financeiros” se sobreponham contribuindo para reduzir ainda mais a taxa de natalidade – quando se prevê que este ano termine com menos de 90 mil bebés nascidos em Portugal, ou seja, menos que o número de óbitos.
Até à próxima oportunidade, Margarida e o marido tentam continuar a aprender a lidar com o vazio e estudam alternativas. Leram que a acupunctura pode ajudar e vão tentar, mas uma parte da família mais próxima nem sequer sabe o que estão a atravessar. “É uma coisa nossa que preferimos viver sozinhos. Irrita-me ter de ouvir que é por andar nervosa ou ter toda a gente a dar palpites. Na altura dos tratamentos fui-me muito abaixo, mas é um problema nosso, que vivemos a dois, ainda que de maneiras diferentes. Somos um casal muito unido e continuaremos bem sem filhos, mas neste processo não se consegue pensar nem fazer mais nada”.
Uma postura diferente da de Ana Caniço, que encontrou na sua experiência pessoal uma boa oportunidade de divulgar o tema da infertilidade, tendo-se por isso juntado à Associação Portuguesa de Fertilidade, criada por Cláudia Vieira em 2006 quando se deparou com dificuldades em engravidar. Tinha 28 anos e estava casada há um ano quando sentiu que reunia todas as condições para ter filhos. Oito meses depois nada acontecia e pediu ajuda, até porque tinha um caso de infertilidade na família e “estava alerta”. Tinha uma das trompas obstruída e, a juntar-se a isso, havia um problema também na forma como os espermatozóides do seu marido se moviam. Ao terceiro tratamento engravidou de gémeos e pensou: “O difícil foi engravidar mas consegui”. Às 21 semanas foi surpreendida por contracções e perdeu o casal para o qual já tinha nomes. “É uma dor e um vazio tão grandes que pensei que nunca mais recuperava”. Nova gravidez, 15 dias depois novo aborto.
Era altura de deixar o serviço público onde tinha esgotado as tentativas. No primeiro tratamento numa clínica privada engravidou de Marta e de Margarida, curiosamente gémeas verdadeiras, agora com quatro anos e meio. “Foi uma gravidez vivida com contenção e entrei em trabalho de parto às 33 semanas. Nasceram com 1600 e 1380 quilogramas, mas recuperaram bem”, recorda. Cláudia e o marido sempre sonharam com uma família maior e arriscou mais um tratamento que foi certeiro. Agora as gémeas contam com o irmão Francisco, de dez meses. “Foi uma gravidez mais tranquila em que consegui manter a minha actividade profissional e passear na rua com as gémeas e a mostrar a barriga.” Cláudia, ultrapassado o choque inicial, optou por exteriorizar o que vivia e, perante a falta de informação e de um sítio onde procurar apoio, criou a associação à qual ainda dedica muito tempo. “Ainda existem muitas limitações de acessibilidade e procuramos ajudar as pessoas o mais cedo possível numa altura em que é tão importante renovar gerações”, sublinha.

Alberto Barros acredita que se os casais se abrirem com os amigos como fizeram Ana e Cláudia isso ajuda: “Todo este processo custa, sobretudo do pescoço para cima. O problema emocional é fundamental. Ainda há muitas pessoas que escondem o problema dos seus familiares mais próximos, mas dizer é uma forma de evitar que as pessoas continuem a perguntar quando é que vêm os filhos. A infertilidade é como as feridas. As feridas devem estar quietas e não se deve pôr a mão por cima desnecessariamente, porque incomoda e quem está à volta deve perceber isso”.
“Não é uma doença aguda, é crónica e vai-se arrastando. A vivência das frustrações pode ser muito pesada. O oposto disso é o aparecimento de uma criança que em 80% dos casos anula o passado, mas há outros 20% em que se mantém mesmo nos que conseguem. As crianças que nascem destes esforços são um pouco nossas e os casais também sentem isso”, completa Calhaz Jorge. Aliás, Alberto Barros tem mesmo um dossier onde guarda algumas fotografias que os pais bem-sucedidos lhe enviam, recordando em especial um caso concretizado ao fim de 19 anos e meio de tentativas. “Mas há algo que ainda me toca mais, são as cartas e comentários que me são dirigidas de casais que foram tratados e que não tendo sucesso traduzem o reconhecimento do esforço que foi feito”, diz o médico. Defende por isso, que estas gravidezes de risco sejam tratadas com especial atenção. “Se todas as gravidezes devem andar ao colo, umas mais do que outras devem ter esse mesmo colo”, resume.
Perante tantas pedras no caminho, Ana continua a defender que se deve persistir “enquanto for menos doloroso tentar e enquanto houver clinicamente expectativas de que os tratamentos possam resultar. Agora quando a tentativa começa a ser mais difícil do que a ideia de não ter filhos deve haver um momento para parar”. Quanto a um terceiro filho... “Eu gostava, mas vou fazer uma quarta cesariana. Também não quero pedir de mais”, refere enquanto olha para a barriga e faz uma nova festa a Rodrigo.

in Público
Reportagem de ROMANA BORJA-SANTOS
http://www.publico.pt/sismos/noticia/quando-e-preciso-dar-um-empurrao-a-cegonha-1575040

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Comprar o que é nosso!

Não fui eu que escrevi, mas bem que poderia ter sido!
Vale a pena ler... aqui.

Sou apologista da valorização de tudo o que é nacional, de todos os produtos portugueses, mas hoje falo em específico dos produtos frescos como a fruta e os legumes.

Os produtos portugueses são de qualidade e são frescos! De que vale ter uma fruto de bom calibre se o sabor não é condizente com o aspeto? Como sabem muitos deles até são impedidos de ir para o mercado.

Os produtos portugueses não vêm congelados de lado nenhum nem são colhidos antes do ponto de maturidade...  São nossos, têm qualidade e são ecológicos porque não envolvem gastos de energia no transporte e nem custam ao planeta alguns kg de dióxido de carbono extra!

Nem quando o argumento é o preço, a convicção que tenho não me demove e continuo a achar que alguns centimos por quilo não compensam tudo o resto que se perde em vitaminas e em saúde, nossa e do nosso planeta...

Obrigada Colher de Pau, pela fantástica decertação.

domingo, 11 de novembro de 2012

Coisas que não combinam...


Este foi um dia muito esperado... Há alguns meses que não jantávamos sozinhos e a coisa nem correu lá muito bem, mas que foi uma bela tentativa de um jantar romântico. Isso foi.

Por cá comemos uma bela francesinha à luz das velas :D Ainda assim tivemos de parar duas ou três vezes para acalmar a pequena que estava a fazer o primeiro sono! Mesmo assim foi bom ;)

Nós de tudo fizemos para que fosse um jantar calmo e reconfortante, mas acho que já não tenho idade para jantar por volta das onze e meia da noite... É que o raio da francesinha ainda anda aqui às voltas na barriga e eu já estou cheia de sono :S

 E o melhor é mesmo ir dormir, que amanhã a minha patanisca acorda cedo :P

domingo, 28 de outubro de 2012

É coisa para deixar uma mulher de rastos...

Não é que não foi uma, mas duas pessoas a acharem que estava grávida??? :(

Eu sei que a barriguinha ainda não está como devia estar, mas estarei assim tão gorda???? :((((((((((((

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Ter uma bebé pequenina é... take 2

Sair com a bebé* para um local público e perguntarem:

- Quantos dias tem?


!!!!!!!!!!!!!!!!!

*(pronto, esta já aconteceu quando ela tinha 4 meses)

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Ter uma bebé pequenina é...

... vestir um pijama e ficar orgulhosa por estar a ficar assim ó pó pequenote... e só depois reparar que o raio do pijama é do tamanho 0-1 mês!

É que a rapariga já tem 6 meses e meio!!!!!!!!!!!!

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Só me ocorre dizer uma coisa...


M#$%&# PARA AS VACINAS!!!!

Custa tanto vê-la assim... :(

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Mãaaaaaeeeee!!!

Não gosto de estar deitada na relva!!!!!

(foto removida)

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Em pezinhos de lã

Eu sempre disse que a minha mãe tem mãos de fada e o tricô é mesmo o ponto forte dela! Desde que os netinhos nasceram que não larga as agulhas :)
Ora uma manta, ora uns carapins, ora mais um casaquinho e as lãs e novelos não páram de chegar a casa! 

Já na maternidade quando nasceu a minha bebé, a mantinha e os gorros fizeram sucesso. Todos queriam saber quem tinha feito porque queriam um igual :)

Isto de fazer para este e para aquele que iam pedindo começou como uma brincadeira, mas agora, resolvi levar este projeto mais a sério e divulgá-lo na internet. É um projeto muito bebezinho, acabadinho de nascer, mas que tenho a certeza que agradará a quem tem ou vai ter bebés :)

Se quiserem dar uma vista de olhos, vejam aqui, ou então, aqui.


segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Já sei comer sozinha :)

E pronto, agora não a podemos deixar sozinha um minuto que seja :/

E não imaginam a cantoria que fazia enquanto espalhava a sopa pela mesa e pelos braços... :) ehehehehe

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

A ultimar os preparativos

Amanhã o dia será dedicado aos meninos da família :D



domingo, 9 de setembro de 2012

Pica-pau que afinal é uma poupa!

Hoje fomos visitados por um pica-pau!!!
E é tão lindo :D


quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Que raio de Verão é este?!

Ainda ontem andavamos de bikini e hoje para dar a nossa volta ao quarteirão tivemos de vestir a garota de manga comprida... :S


fotografia-1

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

O meu almoço hoje vai ser...

... caracois! ;)

(foto retirada)

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Papa frutas

Estou sempre a aprender coisas novas! Agora que a miúda já começou a comer sólidos, comecei a saga das receitas, cuidados e formas de preparação dos alimentos e descobri uma maravilha para ela começar a comer a fruta crua. Não precisa de ser previamente esmagada e o bebé não se engasga porque pela rede não conseguem sair pedaços grandes :)

Alguém sabe onde posso o encontrar? Já ouvi que há na Toys r us e na Pré-Natal. Vou ter de tirar isso a limpo ;)

E já agora, para a sopinha não passamos sem esta maravilha :)



Não há choradeira, nem sujeira! É, sem dúvida, um must have para quem tem bebés pequenos quando começam com as sopinhas...

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Futilidades #7

Mais uma cor nova, mas desta vez pintada por uma profissional ;)

Why does it always rain on me?

... como quem diz:

Porque raios é que a água quente acaba sempre 
quando sou eu que estou a tomar banho???

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Férias em casa

Estes nossos dias de férias* têm sido dias cheios de experiências novas para ela!!
Já estivemos uns dias fora, e temos intenções que fazer mais alguns,  mas estes dias descansados cá em casa com o papá agora de férias têm sido uma delícia...

Um passeio no quarteirão com direito a conversas com os vizinhos, roupas coloridas para estender, molas da roupa para brincar, copos fresquinhos com refrigerante, coisas novas para saborear, folhas verdes que dançam ao som do vento, pássaros esfomeados que de manhã a acordam com o seu frenesim, sonecas ao ar livre, carros que passam na rua, o sistema de rega que faz aquele charariz giro, mesmo giro,... Tantas coisas giras para ver, ouvir, sentir!!!

O momento alto dos meus dias têm mesmo sido as gargalhadas dela! Não há nada mais saboroso do que ouvir as gargalhadas dela que deitada à sombra da grande cerejeira se delicia com as folhas verdes sopradas pelo vento :D Para ela não há nada mais bonito em todo o universo! Nunca a vi tão feliz!!!

*Estou oficialmente de férias, o que quer dizer que a minha licença de maternidade acabou... Estou deprimida :(

domingo, 29 de julho de 2012

Futilidades #6

New colours on the block!!!

Photobucket
KIKO 360
Só gostava mesmo é de aprender a pintar unhas em condições :S
Acho que estou é destreinada...

sábado, 28 de julho de 2012

4 meses

Hoje, no dia em que a bailarina completa 4 mesinhos, iniciamos a aventura da introdução de novos alimentos...
Começamos com uma sopinha de batata, abóbora e alface.

A pequena gostou da sopinha e portou-se lindamente tendo em conta que foi a primeira vez :)

Photobucket

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Com os cabelos em pé!

DSC06975Estou assustada com a quantidade de cabelo que me tem caído! Depois de cortadas as pontas e de uns mininhos ficou com este aspecto, que gostaria muito de manter.


Durante a gravidez o meu cabelo não melhorou nem piorou, não ficou mais oleoso, nem mais seco, não ficou mais baço nem mais brilhante... 

O que notei é que o meu couro cabeludo, que sempre teve sempre tendência para descamar (diz a especialista que tenho um couro cabeludo sensível), não perdeu uma pelzinha que fosse... Agora a descamação voltou em força. :( 

O meu champô (o da imagem) custa os olhos da cara e mesmo assim pouco tem melhorado neste aspecto. Mas, o que verdadeiramente me tem vindo a preocupar é a quantidade excessiva de cabelo que tenho perdido.

Já usei as ampolas da imagem, mas, segundo a minha cabeleireira, uma caixa este ano é insuficiente para a queda que tenho tido e não me apetecia dispender tanta massa em produtos que podem nem sequer vir a resultar. [No ano anterior, 1 caixa apenas resultou muito bem, aliás, nem a usei até ao fim]
O stimuliste, também anti-queda, (lado direito da imagem) já cá mora há uns tempos... Lembro-me que comprei para o marido, mas não chegou a usá-lo até ao fim.

O meu plano é usar o resto das ampolas que ainda tenho e complementar com o stimuliste que pode ser usado com cabelo seco ou molhado, mas temo que tais medidas não sejam suficientes.

Recomendam-me algum produto bom para este tipo de queda em grande escala?
Tenho medo de não conseguir recuperar a cabeleira farta que sempre tive.
Já pensei inclusivamente falar com o meu médico.
Alguma sugestão? Ajudem-me com a vossa experiência.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Foi pouco, mas muito bom!

Foram apenas uns dias fora [os primeiros da mais nova], mas foram momentos de verdadeiro "descanso", de passeios ao ar livre e de contacto com a natureza :)

Não gosto muito da ideia de repetir viagens, de voltar a lugares que visitei, porque há tantos lugares fantásticos que ainda não conheço que me parece um desperdício de oportunidades um regresso, mas o prometido é devido e ficou a promessa de lá voltar e não posso estar menos arrependida...


No ano passado...

DSC00224


Este ano...
DSC06886

PS - Já descobri uma forma de dar a volta ao problema das fotos que falo no último post, por isso, me aguardem que haverá muuuuiiiitas fotos para partilhar!


segunda-feira, 16 de julho de 2012

Estou zangada

Estou zangada com o blogger! Então não é que ele diz que já excedi a cota de fotografias :(

Já vos aconteceu? Como resolver?

quarta-feira, 11 de julho de 2012

O cabelo, sempre o cabelo...

O meu cabelo sempre foi o meu ponto fraco... Na infância era liso e sedoso, mas na adolescência virou juba. Ficou seco, sem brilho e com uns jeitos esquisitos que não se pode dizer que são sequer caracóis.

Há muitos anos que não saio de casa ser usar diariamente o secador. É mesmo imprescindível que o faça ou corria o risco de acharem que estou mascarada ou então que apanhei um valente choque elétrico!

Ao longo dos anos experimentei vários produtos de cabeleireiro, tratamentos, alisamentos e mais não sei o quê. Aliás, só há uma pessoa que me corta o cabelo desde essa altura, mas arranjar o cabelo só eu é que consigo [em parte] dominá-lo.

O meu problema é que não consigo arranjar o cabelo com qualquer secador e às custas disso, tenho em casa uma coleção de secadores que não uso porque não consigo fazer nada com eles. Esta semana trouxe mais um comigo, porque já estava desesperada com o que lá tinha...

Os secadores estão novos e não foram propriamente baratos, mas o que me chateia verdadeiramente é o facto de andarem por lá a ocupar espaço que me dava jeito para arrumar outras coisas.

Estou com vontade de destralhar (adoro esta palavra) o armário da casa de banho e até pensei pô-los à venda por um valor reduzido num daqueles sites de vendas online, mas não sei muito bem se valerá a pena...

Vocês, já venderam alguma coisa assim? Onde colocaram o anúncio?


sexta-feira, 6 de julho de 2012

Serei a única?

Serei eu a ave rara que quer que a pequenota cresça muito, muito devagarinho?

É que a cada dia lhe noto diferenças, evoluções, conquistas e está tudo a passar tão rápido :(

Eu sei que sou extremamante saudosista e, por isso, não me espanta que me comece a dar um friozinho na barriga só de pensar que ela vai crescer e que não a terei sempre assim pequenina, assim bebézinha por muito tempo...

Outro grande, enorme defeito meu é sofrer por antecipação e já não há um dia em que pense que em breve retomarei o meu emprego e que tenho de a deixar. Logo eu que sempre pensei que o euromilhões não me traria mais felicidade do que tenho hoje, já não me importava nada que me saísse assim um premiozito para não ter de ir trabalhar nos próximos anos :P

segunda-feira, 18 de junho de 2012

...

Sem querer agoirar acho que a fase mais complicada da filhota está a passar.

No início foi tudo muito complicado.

O parto não foi de todo fácil e a recuperação muito lenta, dolorosa e demorada.

O início de vida dela também não foi melhor. Primeiro o baixo peso à nascença, as hipoglicemias constantes e as picadas de 3 em 3 horas que me doiam mais a mim que a ela... Foram quase 12 semanas de ansiedade quando chegava o dia da pesagem.

A amamentação foi também outro dilema para mim porque não estava (e ainda não estou) preparada para desistir dela, apesar de ser evidente que não tinha leite suficiente para a alimentar.

Depois vieram dias e noites com cólicas, com obstipação sistemática, com dores, com muitas lágrimas da filhota...  (e algumas da mãe dela que não lhe podia valer).

Mas foram também dias e dias de sorrisos, de alegria, de felicidade plena :)
Não podia ser mais feliz do que sou hoje :D

Verão, querido Verão!

O Verão está quase a chegar e não há melhor altura do ano que esta :)

Neste Verão não farei praia, aliás há já uns anos que não faço praia... Já gostei mais, mas se há coisa que gosto são de biquinis e tenho vários. As montras estão cheias de bikinis lindos!!! Não me lembro de ver coleções tão giras para o banho como este ano.

Há dias fui às compras e lá trouxe mais um. Giro que só ele :) E que bem me sinto com ele apesar dos quilinhos a mais e da barriga redondinha. Vou ver se aproveito um pouco o silicone temporário. eheheheh 

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Juro!!!

Juro que gostaria de vir cá mais vezes, de vos ler diariamente, de escrever com mais regularidade, mas juro que não consigo... :(

A rapariga suga-me todo o tempo disponível... e ... de qualquer forma, acho que a inspiração para escrever o que quer que seja que não envolva cocós, cólicas e leitinho é tão escassa que não interessaria a ninguém.

Apesar do cansaço acumulado, não há tarefa melhor do que a de ser mãe :)))))) I´m in love! :D

Dizem que aos três meses as coisas melhoram. Espero que sim.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Andar cansada é...

Deitar-me já de manhãzinha com os primeiros raios de luz lá fora, abocanhar 2 bolachas antes de adormecer (já deitada na cama) e acordar, um par de horas depois ainda com elas por engolir na boca............. Blheeeeeccc :O

sexta-feira, 25 de maio de 2012

quinta-feira, 17 de maio de 2012

=)

Estes dias estão bons é para ir para a praia e relaxar na espreguiçadeira! Ehehehe

(foto retirada)

terça-feira, 15 de maio de 2012

A música da minha menina

A letra desta música descreve na perfeição o que sinto pela minha filha... É um amor infinito como não pensei que pudesse ser! Em verdade já a amava muito antes dela existir e amá-la-ei por mil anos mais!
I have died everyday waiting for you
Darling don't be afraid I have loved you For a thousand years
I'll love you for a thousand more

sábado, 12 de maio de 2012

Conhecendo o Coffee e a Flea

O Coffee e a Flea cedo se aperceberam do novo membro da família e como andavam agitados com a situação...
Foram apresentados através do vidro e foram ainda dadas as roupinhas dela a cheirar.
O Coffee anda um pouco enciumado e a Flea anda apenas curiosa.
Hoje foi a primeira vez que se encontraram sem ser separados pelo vidro, mas separados por uma rede.
Apesar de gostar muito dos meus cães, estas apresentações têm de ser feitas com muito cuidado, verificando sempre as reações dos cães. Temos de nos certificar que a consideram alguém superior na hierarquia e para tal a supervisão tem de ser sempre feita durante os primeiros anos de vida.

Para quem tem animais, como fizeram com os vossos filhos? Alguma dica que me possam dar?
Agradecida.


segunda-feira, 7 de maio de 2012

Atenção: post muito estúpido!


A rapariga tem-nos dado noites fantásticas (NOT) e depois a privação de sono dá-me para estas coisas...
Hoje cortei-me e depois do sangue parar ficou assim :D


terça-feira, 24 de abril de 2012

DIY - Diz que é uma espécie de Biombo

Quando fizemos obras na nossa casa, optámos por criar um ambiente amplo sem grandes divisórias pelo que no piso de baixo quase não há portas a dividir o espaço da sala de estar, sala de jantar, cozinha, corredor/hall de entrada e escadaria de acesso ao andar superior. 
Esteticamente resulta muito bem, mas para manter uma temperatura agradável no Inverno acaba por ser mais difícil.

Este foi um projeto pensado aquando do nascimento da bebé para que a temperatura da sala fosse a ideal! 
Não queríamos algo definitivo, até porque no Verão a intenção é que volte a ficar com um look clean, pelo que idealizamos um biombo para separar a sala de estar da sala de jantar. Mas, um biombo seria demasiado "pesado" para uma abertura tão pequena, pelo que surgiu a ideia de uma "porta-biombo".

Como queríamos que fosse algo fácil de mover, teria de ser algo leve, mas estável.
Com umas ripas de madeira e um tecido pusemos mãos à obra!
Não foi fácil de concretizar entre mamadas, cólicas e choros, mas depois de muitos recomeços, finalmente temos a obra completa :) O mérito é todo do marido que sozinho fez quase tudo :))))

E, em vez de um biombo, parece que temos algo mais parecido com uma porta de correr. ehehehe Mas o que interessa é que conseguimos o objetivo pretendido que é manter a zona de estar mais quente e agradável.

Com a porta-biombo aberta

Com a porta-biombo fechada
O processo de concretização é simples. Primeiro faz-se uma estrutura com ripas de madeira e pregos.
Para manter a estrutura mais estável, utilizamos uns "L´s" de metal nos cantos.
O tecido foi cortado à medida e agrafado nas laterais tendo o cuidado de o esticar bem (esta é a fase mais difícil).

quinta-feira, 19 de abril de 2012

E para as melhores leitoras do mundo...

... um vislumbre da bebé mais bonita do mundo! :)

(foto removida)

quarta-feira, 11 de abril de 2012

16

O nosso amor já existe há 16 anos!!! Eu e tu já existimos juntos enquanto casal há dezasseis anitos e cada dia que passa estou mais apaixonada por ti, por nós!!!

Dezasseis anos depois estamos finalmente bem acompanhados pela filhota mais linda do mundo! E como somos felizes hoje :))))))

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Do melhor que há na vida!!!


(foto removida)

A rotina mudou. Agora tudo gira em torno dela, mas há vícios que ficam e estava cheia de vontade de cá vir :) Não conseguia deixar de o fazer!
Voltarei aos pouquinhos...

terça-feira, 27 de março de 2012

Em flor...

O marmeleiro já está em flor :)
Hoje abriu a primeira flor bem rosinha e perfeitinha!!!
PERFEITA! E a combinar com o estado de espírito...


segunda-feira, 26 de março de 2012

As séries, sempre as séries!

A ida ao cinema deixou de ser tão frequente quanto antes. (Éramos viciados, mesmo!) Mas, atualmente, as séries fazem-nos companhia todos os dias, sem exceção!

Durante estes últimos meses acompanhamos três séries novas, relativamente recentes e nenhuma delas desiludiu! Levam todas nota 10!

Walking Dead é uma série com mortos vivos ou zombies. Apesar do tema ser assim um pouco batido, posso dizer que os argumentistas se esmeraram para manter o interesse numa trama que envolve um conjunto de sobreviventes que têm de superar provas atrás de provas para conseguir sobreviver!

American Horror Story era uma série pela qual não não mantinha grandes expectativas. Apesar de gostar de ver este tipo de filmes, acabo quase sempre desiludida com eles, pelo que uma série inteira com este tema estaria, a meu ver, condenada ao insucesso. Curiosamente posso dizer que é melhor que muitos filmes bem cotados no cinema! Bom argumento, pouco previsível e boa construção de personalidades das personagens são pontos a favor que não é habitual terem em conta em filmes do género e que em American Horror Story conseguiram fazer com muita pinta... Vale a pena ver!

Mad Mad desenrola-se numa agência publicitária nos anos 60/70 e focaliza-se nas relações pessoais, profissionais e sociais da época. O diretor criativo, Don Draper e seus colaboradores são os protagonistas de uma série de época com muito sucesso, que venceu vários prémios. 

 

Terra Nova passa-se no futuro, em 2149. A Terra está a morrer por causa dos excessos da industrialização e da superpopulação. Como não há nenhuma forma de reverter os danos feitos ao planeta, um conjunto de cientistas consegue criar um portal para a Terra Pré-Histórica onde a raça humana poderá montar uma nova colónia e sobreviver ao extermínio. A história de “Terra Nova” é centrada na família Shannon que se junta ao décimo grupo de peregrinos.
Não sendo a minha preferida das 4 séries que falo hoje, não é despropositada e tem alguns bons momentos.

Já viram alguma destas? Do que mais gostaram?

sábado, 24 de março de 2012

sexta-feira, 23 de março de 2012

:P

Hoje comi uma francesinha com tudo a que tenho direito, inclusivé uma data de batatas fritas bem regadas de molho... Nem imaginam o bem que me soube!!!

Foto daqui

quinta-feira, 22 de março de 2012

Coisas de dona de casa :)

A arca congeladora está tão arrumadinha que dá gosto de ver =)
A minha arca é daquelas verticais e tem 6 gavetas. Passo a explicar como a organizei:

Gaveta 1: Bacalhau
É daquelas coisas que há sempre no congelador pronto a ser cozinhado. E como é demolhado em grande quantidade, é necessária uma gaveta só para ele.

Gaveta 2: Legumes
Os legumes para a sopa e para os acompanhamentos também não podem faltar. Há dos embalados do supermercado, mas também daqueles biológicos que vêm dos sogros e dos avós. Em época de fartura, armazena-se a vai-se usando durante o ano!

Gaveta 3: Peixe
A gaveta do peixe é a que está sempra mais cheia. Há quase sempre filetes de vários peixes, ameijoas (que adorámos), camarão, delícias do mar, douradinhos e até sardinhas.

Gaveta 4: Carne e refeições preparadas
Não sei porquê, mas não gosto muito de congelar carne, mas costumo congelar peitos e bifes de frango, bifes de perú e por vezes alguma carne de vaca para estufar.
Neste momento, tenho reservadas várias refeições preparadas, prontas a comer. Tenho alguns rissóis caseiros, hamburgueres caseiros de frango e vaca, almôndegas de porco e chouriça, feijoada de chocos, carne à bolonhesa e frango com cerveja que fiz a mais esta semana.

Gaveta 5: Diversos
Aqui vão parar os gelados, o pão, a massa folhada e alguma fruta para os meus batidos de leite, para os sumos naturais de fruta e gelados ou sorvetes caseiros. Uma coisa que costumo fazer é congelar a fruta sazonal como o melão, meloa, morangos e pêssegos caseiros para ir usando durante a época do ano em que não há ou que são muito caros e sem sabor nenhum.

Gaveta 6: Doces e temperos
Esta é uma gaveta mais pequena onde guardo cebola picada, pimento às tiras, alho, tomate caseiro pelado, cubos de fermento e os cubos caseiros de tempero.Há ainda uns frascos de doces e compotas de frutas (neste momento há de chila, morango e figos)

Para saber exatamente o que tenho, resolvi escrever num papel o que tenho em cada gaveta, mas em breve estará desatualizado e aposto que não terei paciência para a manter atualizada, mas estando assim organizada, já me facilitará bastante o trabalho!

segunda-feira, 19 de março de 2012

Internem-me, por favor!!!

Ela continua imparável a socar violentamente a minha barriga e eu decidi que ainda tenho muitas coisas para fazer antes dela nascer... Recuso-me à ideia de ter de me despedir da minha barriga! Não quero, pronto!!!

Ainda quero fazer muitas coisas e coisas que não lembram ao diabo! Hoje, enfiei-me na cozinha a cozinhar sem parar!!! De manhã foram papas de aveia e iogurtes. De tarde comidinha de panela! Com tanta comida feita, o resultado foi mesmo parar ao congelador... Amanhã continuarei a encher o congelador com refeições que tenciono ir descongelando nos primeiros dias dela cá em casa para não termos de passar um minuto que seja na cozinha! Há que aproveitar a vontade de cozinhar que é tão rara :P
Amanhã cozinharei frango (talvez dois pratos diferentes) e empadas de lombo.

Quando acabei de cozinhar, fiquei triste por não haver roupa para lavar, mas fiquei com um sorriso nos lábios quando vi que havia alguma para passar a ferro! Internem-se, PLEASE!!!!!

Depois do jantar, em vez de ficar descansadinha no sofá, decidi limpar toda arca congeladora, porque achei que estava suja o suficiente e acabei por fazer uma remodelação à séria, com direito a catalogagem de produtos e definição de gavetas por categorias... hihihihihi

O marido acha que estou doida, mas não diz nada, apenas sorri e deixa-me fazer o que me apetece.

PS - Agora, sim, vou passar a ferro! Boa noite, minha gente! =)

O rebuçadinho da Ju

A blogosfera só me tem feito conhecer pessoas especiais e a Ju do Voa Borboleta é, sem dúvida, uma delas! Há uns dias "dirigiu-se" a mim perguntando se poderia oferecer uma lembrancinha à minha pequena... Fiquei logo derretida com o gesto,  porque apesar de sentir afinidade por ela, nunca nos tínhamos contactado de uma forma tão próxima...

Eis o rebuçadinho que recebi pelo correio ;)

A Ju, como não podería deixar de ser (realmente tem tudo que ver com a forma como nos conhecemos...), ofereceu uma borboletinha linda com uma corrente para prender à chupeta da bebé. Digam lá se não é linda?! Agora imaginem uma bebé linda a usá-la... :P

E para terminar, ainda acrescentou um saquinho personalizado com uma foto dos papás e outra com um cheirinho delicioso com o nome da bebé que rumará em direção ao quartinho dela! Tudo uma doçura sem fim... Mais uma vez obrigada, Ju! Um beijinho grande ;)

sábado, 17 de março de 2012

Por aqui...

Por aqui têm-se vivido momentos recheados de miminhos só para ele que ontem foi operado...

segunda-feira, 12 de março de 2012

Limpa vidros caseiro (detergente caseiro)

Hoje quando limpava a bancada da cozinha, acabou a embalagem do famoso limpa vidros. 

Gosto muito deste detergente não só para limpar os vidros, mas para limpar a banca da cozinha e a placa de indução da cozinha. É um bom desengordurante e dá um brilho fantástico no final!

Em vez de colocar a embalagem vazia no recipiente da reciclagem lembrei-me de uma dica da Mónica sobre detergente caseiro feito à base de vinagre e água, ou seja, algo muito fácil de fazer e bem baratinho. Resolvi experimentar!

Consultei este post e segui as instruções. Apenas substituí o vinagre de vinho pelo de cidra porque este tem um cheio bem menos agressivo e a meu ver mais agradável.

Juntei 1 parte de vinagre e 4 de água e obtive nova embalagem de detergente prontinho a usar :)
Experimentei-o logo de seguida e à partida a grande diferença está no facto de não evaporar tão rapidamente quanto o detergente de compra, mas estive a pensar e poderia acrescentar uma parte de álcool para acelerar o processo de secagem. Já alguém experimentou?

Quanto ao cheiro a vinagre, este passa bem rápido, mas também poderia adicionar umas gotas de óleo essencial, mas este não arrisco uma vez que pode "engordurar" as superfícies e não é isso que se pretende...

 E vocês, já experimentaram esta fórmula? Têm receitas inovadoras de mais detergentes caseiros? Contem-me tudo!!!

Obrigada Mónica por mais esta dica de poupança ;)

E por falar em dicas sobre limpeza, não podia deixar de me referir a dica da Dona do Glodie, para limpar madeiras. Podem ver aqui, mas a dica é fácil de concretizar! Para lavar o chão de madeira podem usar um pouquinho de amaciador da roupa dissolvido em água e voilà :) Fantástico, não? 

Esta ainda não experimentei, mas farei o teste em breve.

Se experimentarem algum dos dois, deixem o vosso feedback e se souberem de mais truques não deixem de partilhar :D

ADENDA: A Rita disponibilizou várias receitas de detergentes caseiros no seu blog. Podem vê-las aqui e aqui. Acho fantástico que estas experiências sejam partilhadas e melhor que saber fazer o detergente é ter o feedback da eficácia da lavagem! Obrigada Rita, pela partilha ;)
Não deixem de lá ir ver, já que a Rita além de explicar tudo direitinho, faz ainda o levantamento dos custos envolvidos, ou seja, está lá um trabalho muito bem feito.

sábado, 10 de março de 2012

Antes / Depois do marmeleiro e da barriga

Lembram-se deste post? Foi aí que falei pela primeira vez do marmeleiro que me foi oferecido.

Entretanto, sendo ele de folha caduca perdeu as poucas folhas que tinha e foi retirado do vaso onde já estava estrangulado e foi plantado no nosso jardim.

Este sol maravilhoso que se tem feito sentir já anda a oferecer bons dias às plantas que "sorriem" perante tal festim de boa temperatura e boa rega (isto porque chuva que é bom, nada...).

Cá está ele antes...

Barriga de 19 semanas
 E agora...

Barriga de 36 semanas
 Às 36 semanas tenho uma barriga descomunal e muito desproporcional com o resto do corpo, mas não a troco por nada. Adoro estar grávida, mesmo com todos os inconvenientes que tal estado nos traz... :)

O ameixoeiro também já está cheio de flor!

Vê também...

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