domingo, 14 de maio de 2017

Zero Waste: Como usar a meloa da casca às sementes

Eis um exemplo de desperdício zero que consegui fazer com duas meloas que comprei já bem docinhas apesar de ainda não estar bem na altura delas! Mas já vos conto tudo...

Ultimamente tenho andado a fazer um esforço por reduzir de forma drástica os resíduos cá de casa. E reduzir, significa reduzir também a quantidade de resíduos que, vão para a reciclagem, já que os resíduo do lixo comum estão muito próximos do zero.

Os frascos de vidro lá em casa servem para quase tudo. Servem para armazenaar, para congelar, para servir e para levar a marmita. Já há quem tenha reparado que na minha lancheira vão invariavelmente frascos para os iogurtes sólidos e líquidos, para os sumos naturais, para as granolas caseiras, para os frutos secos, para os almoços e até já tenho uma amiga que é a minha principal fornecedora de frascos de vidro de todos os tamanhos e formas ;)

Mas aquilo que realmente me deixa feliz é conseguir dar bom fim aos produtos que acabo por ter de consumir! Desta vez, falo-vos da meloa e da forma de a usar de forma integral, desde a casca às pevides.

Em 2010 partilhei convosco algo idêntico, mas com a laranja. Podem seguir o link.

Se me deixa feliz a possibilidade de não trazer impacto ambiental com as minhas opções, mais feliz me deixa saber que melhoro inclusivamente a alimentação da minha família!

A polpa da meloa foi comida ao natural, como sobremesa do jantar de ontem, mas as sementes e a polpa que estava a elas agarradas, viraram uma bebida vegetal docinha e aromática para juntarem aos batidos, ao café ou aos molhos das vossas refeições. Eu quis logo experimentar no meu "leite" com café turbinado que ficou ainda mais aromático que o habitual.
O meu turninado com "leite" de sementes de meloa, um expresso longo, canela, gengibre, curcuma, pimenta preta, e um pedacinho de óleo de côco.

O meu marido preferiu beber mesmo ao natural sem mais nada, mas eu apostaria na sua mistura com um batido de frutas ou aromatizada com um pau de canela e gengibre.


Pode parecer estranho, beber as meloa desta forma mas as sementes da meloa são muito ricas em vitamina B12, A, B6, D, E e K. Além disso, as quantidades de proteínas, lípidos, fibras e carotenoides, presentes nas sementes, são superiores as encontradas na polpa da fruta. Fantástico, não é? Se pesquisarem pelos seus benefícios, encontrarão ainda mais benefícios, embora o sabor do sumo realmente fale por si.
Para os interessados, a receita é basicamente a mesma daqui. Apenas alterei a proporção da água de 1 de sementes para 3 de água, com a benesse de não ter de demolhar nada de véspera. Se não quiserem fazer o "leite" de imediato, podem guardar as sementes no frigorífico de um dia para o outro.

A casca para mim foi uma bênção, porque as nossas alfaces estavam a ser "degustadas" por umas pequenas lesmas e as cascas foram a minha salvação! Como não uso nenhum tipo de fertilizante e muito menos de pesticida, as cascas serviram de engodo para os caracóis e lesmas.

Se repararem na foto, vê-se pequenos sulcos na casca,  que significa que para já as minha alfaces estão a salvo. Depois, quando já não tiver mais uso para elas, coloco no compostor, que me tem dado um belíssimo composto/adubo vegetal excelente para as culturas biológicas.



Para quem não tem compostor, não fica sem uma alternativa. Se ferverem as cascas durante alguns minutos com água apenas a cobrir as cascas partidas em pequenos pedaços, colocam tudo no liquidificador e usam o resultado para colocarem na vossa receita preferida de pão ou, quem sabe, até de bolo.

Esta é uma receita com a qual me cruzei hoje e que é para testar em breve. 


sexta-feira, 5 de maio de 2017

Leite vegetal de millet

Por cá continuo a experimentar "leites" vegetais. Desta vez resolvi experimentar o leite de millet. O modo de preparação é idêntico ao do leite de arroz, mas como o millet é mais interessante sob o ponto de vista nutricional, resolvi experimentar.
 

Sinceramente não é dos meus leites vegetais preferidos. Tal como o de arroz e o de aveia fica mais espesso e ao fim de algumas horas fica com um depósito no fundo da garrafa. De qualquer forma, na minha opinião, é muito mais saboroso que o de aveia.

O leite de aveia, arroz e millet são ótimos para serem usados para molhos (ou mesmo para bolos) em substituição do leite de vaca porque tornam o molho mais aveludado e consistente.

Para usar para beber simples ou para misturar com o café, como faço esporadicamente, prefiro o leite de cânhamo ou de sêsamo. Em breve, partilho como fiz o de cânhamo, para mim o meu preferido em termos de sabor e consistência, além de que nutricionalmente será, porventura, o mais completo.

Ingredientes:
- 1 chávena de millet
- 4 chávenas de água
Preparação:
- Demolhar o millet durante a noite;
- Descartar a água da demolha e cozer com o dobro da água durante 5 minutos;
- Juntar a água e o millet cozido e centrifugar por 1 a 2 minutos;
- Filtrar a mistura com um coador de rede fina.

Eu filtrei a mistura com um pano de algodão, mas correu muito mal, porque a mistura é grossa, por isso aconselho a usar um coador de rede metálica.

Não sei se referi isto na última vez que falei dos leites vegetais, mas é muito importante que os recipientes estejam muito bem esterilizados de forma a manter a segurança alimentar. Dizem que o as bebidas vegetais aguentam 3 dias no frigorífico, mas eu já testei com os meus e aguentam bem 4 a 5 dias, sem problema. 

O truque que costumo usar é usar embalagens de menor capacidade se for usar poucas quantidades, uma vez que estando fechadas se aguentam durante mais tempo. Já experimentei congelar, mas como não descongelei ainda não sei se alterará a consistência.

O ideal é mesmo ir fazendo pequenas quantidades e o leite acabado de espremer é sempre melhor do que o espremido de véspera!




quinta-feira, 4 de maio de 2017

Coisas simples

Coisas simples que me fazem feliz: olhar para o prato da minha salada do almoço e aperceber-me que é tudo cá da minha horta ou de outras hortas que não usam produtos químicos!

 Salada de alfaces de vários tipos, com espinafres, abacate, laranja e rabanetes.

E é assim, bem avitaminada, que entro em modo de "quase fim-de-semana"...

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Germinados de lentilhas e de feijão preto

Já nem sei onde é que ouvi falar pela primeira vez nos benefícios da ingestão de germinados ao invés das leguminosas em si.

A verdade é que tendo optado por fazer a maioria das minhas refeições vegetarianas, sendo a carne ou o peixe a exceção na refeição caseira semanal, em que passamos a consumir uma maior quantidade de leguminosas e de sementes do que até então. 

Como tal, tive vontade de experimentar formas diferentes de as cozinhar e se no Inverno me sabia muito bem uma feijoada de cogumelos ou uma bolonhesa de trigo serraceno ou de lentilhas, agora com os dias mais frescos e mais longos, apetece comer algo mais leve.

Os germinados têm a vantagem de poderem ser consumidos em cru e adicionados a saladas frias ou então em salteados que cá em casa fazemos muito leves de forma a alterar o mínimo à sua composição, mas com o benefício de comer uma refeição "quente".

De seguida, vou mostar algumas ideias de como consumir os germinados e como os fazer em casa de forma bem fácil e rápida sem necessidade de material especial.

Como consumir os germinados?

1º Crus, sobre uma salada crua ou para enriquecer uma sopa.

2º Simplesmente cozidos

3º Salteados com legumes ou com cogumelos;
  
Com os germinados de lentilhas, salteei com cogumelos frescos, com um toque fresco de limão (sob a forma de raspas finas)


 Com as sobras desta refeição e porque já era pouco para outra refeição para 2 pessoas, juntei milho e enriqueci com millet cozido e comi enrolado numa tortilha.



4º - "Escondidos" em almôndegas vegetarianas ou em croquetes, ou ainda em hamburgueres. Fiz em três formatos diferentes, congelei e já deram para várias refeições.




 Com os rebentos de feijão preto voltei a saltear, desta vez com couve e milho cozido.
E o resto do feijão preto e mais uma "fornada" de lentilhas, voltei aos salteados.

Como fazer os germinados?

1º Primeiro há que demolhar as lentilhas por 24h e o feijão por 48h.
A primeira tentativa com o feijão demolhei apenas 24h e ele não chegou a germinar :(

Com as lentilhas, já experimentei com lentilha normal e com lentilha biológica. 

Com a normal demorou cerca de 5 dias até despontar. Com a biológica, passadas 24 h já tinha rebentos :) Mas os tempo são meramente indicativos, porque varia muito com a temperatura ambiente.

2º Depois da demolha, descartar a água e colocar sobre um prato ou travessa conforme a quantidade e espalhar bem para que não haja sobreposições.

 3º Tapar com um prato do mesmo tamanho. Nota: Para germinar não precisam de luz solar e o prato serve apenas para manter a humidade no interior. Se estiver frio (eu fiz as primeiras experiências no Inverno), podem colocar os pratos num sítio onde apanhe um pouco de sol por dia.


4º - Salpicar com água uma vez por dia ou sempre que estejam secos até atinguirem o tamanho desejado.


 

Benefícios de um grão ou semente germinado (fonte aqui)

Um grão ou semente quando germinado está vivo e nutricionalmente tem bastantes benefícios.

 Quando um alimento é germinado:

:: São eliminados compostos inibidores de enzimas (substâncias capazes de acelerar reações como as do processo digestivo)

:: Aumenta as enzimas digestivas, melhorando a absorção dos nutrientes. As enzimas podem aumentar em até 800%

:: Reduz o ácido fítico (fator anti-nutricional) dos grãos e sementes, aumentando a disponibilidade de nutrientes como zinco, cálcio, ferro e magnésio

:: Melhora digestão, transformação e absorção de nutrientes

:: Aumenta o teor de lignanas (em 14%) – compostos fitoquímicos similares ao estrogênio, têm propriedades anticancerígenas, principalmente em relação ao câncer de mama e cólon

:: Aumenta o teor de nutrientes antioxidantes. As vitaminas e os antioxidantes podem aumentar em até 1000%

:: O alimento fica mais estável devido ao aumento da capacidade antioxidante dos grãos e sementes, prevenindo a oxidação (rancificação). Os alimentos germinados podem ser utilizados em vários tipos de preparações.

Eu nunca experimentei, mas segundo as minhas pesquisas não são apenas as leguminosas que podem ser germinadas. As sementes também podem ser germinadas.

A linhaça, o trigo serraceno e as semente de girassol ou de abóbora, por exemplo, também brotam se fizermos o mesmo processo e aí podem ser adicionadas a iogurte, sumos, saladas, frutas ou ainda em pães, massas, ...

Se entretanto experimentar, e tiver bons resultados, partilho por aqui ;) Mas para isso tenho de encontar boas sementes biológicas porque torna o processo bem mais fácil!




quarta-feira, 12 de abril de 2017

Antes / depois e as novidades da horta

É impressionante o que uns dias de sol fazem na vida lá do jardim :D

Antes
 Durante :(
Tivemos um gato que nos visitou durante 4 ou 5 noites e que arruinou grande parte das culturas...
A maior parte delas foram substituídas por mudas mais novas que estavam ainda por transplantar, mas isso atrasou o desenvovimento das que sobreviveram e que tiveram de se ajustar novamente ao solo! Agora tenho improvisado uma espécie de cobertura que coloco durante a noite para evitar as brincadeiras do gatinho...
 Depois

 Só agora me apercebo que as fotos estão horríveis (é o que faz fotografar com o sol alto), mas já lá tenho alfaces a crescer, beterrabas, cebolas roxas,   2 tomateiros e recentemente 2 pés de courgetes que ainda não sei se realmente se fixaram. A ver vamos nos próximos dias...

 Antes
Depois
Os espinafres estão altos e com folha grandes e os rabanetes estão prontos a consumir. As beterrabas estão a desenvolver bem, mas dá para perceber que será muito mais demorado.
 
 Antes
 Depois
A framboeseira está a dar o ar da sua graça e os morangueiros e rabanetes que estão no vaso estão a adorar o espaço, apesar de ser bem pequeno ;) Só para verem que é preciso pouco espaço para se plantar! Tenho cerca de uma dezena de rabanetes a crescer a olhos vistos diariamente a dividir o espaço com 2 pés de morangos.

E por cá, continuamos a comer rabanetes. Estão enormes!!! 
Os espinafres também já se provaram, mas ainda não estão no ponto de serem colhidos.



As folhas dos rabanetes são ligeiramente apimentadas e, tal como os próprios rabanetes, são ótimas para serem comidas em cru ou levemente salteadas. Como são 100% biológicos, desde a semente, estou com pouca vontade de os transformar com cozinhados complexos e gosto mesmo de os saborear da forma mais natural.

Apesar disso, estou com vontade de experimentar assados no forno, como tenho feito tantas vezes cá em casa. Mostrei como faço, aqui.



E já provámos os primeiros morangos. Daqui a alguns dias já devem de estar maiores e mais doces.
O sabor e aroma destes é tão bom! A mim faz-me lembrar a minha infância e os morangos que roubávamos à minha avó :)


As cebolas e as beterrabas estão ainda muito atrasadas e só agora começam a dar ar da sua graça. 

Para alegrar o jardim, tenho visto dezenas de abelhas, o que para mim é uma alegria já que têm andado desaparecidas. Vêm atraídas pelo aroma das flores de laranjeira e da tangerineira que este ano estão carregadinhas de flor!

A cerejeira está verdadeiramente maravilhosa. Carregada de flores! Não resisto a partilhar a vista do meu baloiço. Sim, é meu! Uso-o tanto quanto a minha filha... hihihih
Sabem aquela sensação de dar balanço ao máximo e depois levantarem os pés e olharem para o céu.??? Pois, é esta a vista que tenho:

 

 

quarta-feira, 5 de abril de 2017

A primeira colheita: rabanetes

A primeira colheita que fizemos aconteceu esta semana e foram rabanetes.

Os rabanetes crescem rapidamente e exigem cuidados mínimos. Os meus vieram de sementes biológicas e levaram cerca de 2 meses até atingirem o tamanho ideal. Experimentei plantar alguns em sementeiras que resguardava do frio das noites de Janeiro dentro de casa e outros no seu lugar definitivo. As sementeiras conseguiram desenvolver-se mais rapidamente, mesmo depois de terem sido transplantadas para o seu local definitivo.

Se acham que é preciso ter uma grande horta ou muito espaço, desenganem-se. Estes podem plantar-se em vasos ou mesmo em garrafas de plástico. Basta uma dose de boa-vontade, um local que apanhe sol durante 5 ou mais horas diárias e em 30 a 45 dias temos rabanetes prontos a consumir! (Os meus demoraram mais porque foram plantados em Janeiro debaixo de temperaturas muito baixas).

Os meus, não tendo quaisquer produtos químicos, foram consumidos na íntegra. Descobri que as folhas também são comestíveis (e bem saborosas, diga-se) e foram para a minha omolete ;)


sexta-feira, 17 de março de 2017

Ajardinando

As minhas mãos estão cheias de calos e tenho invarialvelmente um ou dois picos espetados debaixo da pele e nem as luvas novas me livram das maleitas nas mãos, mas no rosto, um sorriso do tamanho do mundo!

Descobri o verdadeiro prazer que é ver crescer algo que nós próprios semeamos.


De janeiro para cá, tenho começado a fazer sementeiras vindas de sementes biológicas. Umas verdadeiras relíquias.

Já tenho mudas de rabanetes, beterrabas, alfaces, abóboras, tomates, cebolas e espinafres.

Já semeei pepinos, pimentos e courguetes, mas ainda aguardo a germinação.


No jardim, só nestes 3 primeiros meses do ano já plantámos mais 5 árvores de fruto: uma macieira, uma pereira, um ameixoeiro, uma framboeseira, mais uma laranjeira e mais recentemente um damasqueiro.


Replantei alguns morangos dos pés do ano passado e juntei 20 pés novos. Será este um ano de morangos? :D


Voltei a dar uso às antigas garrafeiras de tijolo e já lá moram as primeiras mudas de espinafre e beterraba. Tinha falado deles aqui.


 

Vi germinar o meu primeiro jacinto! Já o queria fazer há tanto tempo.
Trouxemos um bolbo e fizemos apostas quanto à cor dele!!!
A ânsia de o ver crescer dia após dia e a ficar vistoso valeu cada dia de rega e de cuidado.


 E esta é a novidade!!! Vou fazer um canteiro multi-culturas a ver no que dá.

Não, nunca fiz nada do género... Será a aventura de aprender com os erros! Mesmo que não venha a comer grande coisa, a experiência está a dar-me grande prazer e só isso já vale todo o esforço ;)

Fica aqui retratado, em foto, o dia 1 do canteiro.

Espero, dar-vos a conhecer a evolução do projeto




quinta-feira, 9 de março de 2017

A minha experiência com leites vegetais e um leite de sésamo.

A minha experiência com leite vegetais é relativamente recente, uma vez que a única pessoa que consome leite lá em casa é a minha filha.

Desde os meus 5 anos que não bebo leite. Nunca gostei do sabor. A minha mãe acabou por desistir de mo dar naquela altura em que se achava que o leite era um excelente alimento, o tal alimento completo e com grande fonte de cálcio.

Hoje sabe-se que não é bem assim e na minha demanda da redução ao mínimo da quantidade de produtos de origem animal, resolvi adicionar parte de leite vegetal ao leite de vaca que ela ainda consome.
 
Durante um par de anos, eu, que nunca gostei de café, comecei a bebê-lo com uma espuma cremosa de leite, aromatizado com canela e passou a ser o meu pequeno almoço. No início deste ano, quando já o fazia apenas pontualmente, deixei de o fazer. 

Voltei a experimentar agora com leites vegetais e detestei. Não voltei a repetir! Mas continuo a usar leite de vaca para os bolos, panquecas e wafles.

Uma vez que os leites vegetais não tem um preço nada convidativo e já que são tão fáceis de fazer em casa, juntei o útil ao agradável e reduzo ainda uma quantidade enorme de embalagens que coloco na reciclagem todas as semanas.

Já experimentei fazer leite de aveia e de côco. Apesar de ficarem ótimos para serem usados na hora, não gostei do resultado passadas algumas horas. O de aveia já é à partida muito espesso, no dia seguinte fica ainda mais grosso e com um depósito enorme no fundo. O de côco ficou aguado e no dia seguinte tinha uma placa de gordura à superfície. Ou seja, nada prático para ser usado como uso para ela que bebe leite duas vezes por dia.

A última experiência foi com leite de sésamo e gostei muito do resultado final, tanto em consistência como em sabor. Hoje vou experimentar dar à filhota. Wish me luck!!! ;)

Ingredientes:
- 1 chávena de sésamo (100g)
- 4 chávenas de água

Preparação:
- Deixar o sésamo de molho por 8 horas no mínimo;
- Descartar a água da demolha e colocar na bimby ou num liquidificador;
- Juntar a água e centrifugar por 2 a 3 minutos;
- Filtrar a mistura com um pano de algodão fino.

Estas quantidades renderam um pouco mais de meio litro de leite, como se vê nas fotos.

O resíduos que restaram no pano, não vão ser desperdiçados. Vão ser temperados e transformados num mini-queijo vegetal de barrar! Se me der na cabeça, também os posso juntar às wafles que tenho feito com alguma regularidade.

O leite de sésamo tem mais cálcio que o de vaca e ao contrário deste, é alcalino, ajudando assim a alcalinizar o nosso organismo. Tem propriedades anti-inflamatórias e é rico Para ver estes e outros benefícios, sigam o link.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Zero waste: sem sacos de plástico para a fruta

Os sacos de plástico para as compras há muito que foram abolidos cá em casa.
O facto de terem começado a cobrar por eles foi o click para muitas famílias passarem a usar sacos reutilizáveis! Eu não fui a exceção!

Os meus preferidos são os de pano com alças longas para poder levar ao ombro.
São leves e fáceis de transportar. Ando sempre com um ou 2 na carteira.

Agora os transparentes de plástico continuavam a ser o meu calcanhar de Aquiles. Comecei por reutilizar 5 ou 6 sacos que levava bem dobrados dentro do saco de tecido, mas acontecia não voltar a colocá-los lá depois de arrumar a fruta em casa e acabava por consumir mais sacos uma vez por outra.

Agora com os meus sacos de rede, não tenho mais esse problema!




Se tiverem jeito para as costuras, podem fazer usando um tecido transparente ou em rede.
Na caixa do supermercado é fácil para identificarem a fruta e já nem sequer estranham :)

Eu encomendei à Vera na mesma altura em que vieram os pensos diários que falei aqui.
(Panos da Vera - ver aqui)


Quando saí com eles para a rua pela primeira vez fiu abordada pelas funcionárias da caixa e por outros clientes. Fazem sucesso sempre que os levo para o supermercado!
Tenho um pack com vários tamanhos para se adequar ao tamanho das frutas e à quantidade pretendida.

São tão leves que passei a andar com eles na carteira. Agora sim, já não há desculpas para continuar a usar sacos de plástico.



Vê também...

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